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	<title>Coisa de Mãe</title>
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	<description>Porque isso é sinônimo de amor</description>
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		<title>Eu, enquanto filha</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 08:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ela fez o que podia sem pedir conselhos pelo twitter. Ela viveu os bons momentos sem postar foto no Facebook. Ela sofreu suas culpas calada sem desabafar pelos fóruns. Ela passou por todas as doenças da infância sem recorrer às outras mães nos blogs. Num tempo quando não existia Internet e, muito menos redes sociais, minha mãe me criou com seus erros e acertos. E, sim, ela fez da melhor .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/eu-enquanto-filha/eu-e-mamae/" rel="attachment wp-att-4115"><img class="aligncenter  wp-image-4115" title="eu-e-mamãe" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/eu-e-mamãe.gif" alt="" width="480" height="417" /></a></p>
<p>Ela fez o que podia sem pedir conselhos pelo twitter. Ela viveu os bons momentos sem postar foto no Facebook. Ela sofreu suas culpas calada sem desabafar pelos fóruns. Ela passou por todas as doenças da infância sem recorrer às outras mães nos blogs. Num tempo quando não existia Internet e, muito menos redes sociais, minha mãe me criou com seus erros e acertos. E, sim, ela fez da melhor forma que poderia ter feito.</p>
<p>Se ela não errou? Sim, errou muito! Ela assume seus erros, sofre um pouco ainda por eles &#8211; quem nunca, né?!?&#8230;rs. Eu me lembro de vários deslizes. Alguns bem simples, já outros que eu me enfezava por dias, com aquela vontade adolescente-rebelde de fugir de casa levando uma trouxa nas costas para viver de amor à vida embaixo de um pontilhão florido qualquer. Ahhhh, meus ímpetos adolescentes de romper com o mundo, queimar meus navios&#8230; ahhhh!</p>
<p>Pois o tempo passou, eu saí muito cedo de casa, buscando a minha independência na vida, correndo atrás daquilo que eu entendia como felicidade. E então eu e minha mãe passamos a ser grandes amigas. Confidentes, incentivadoras uma da outra, companheiras nos momentos difíceis. E hoje vemos, com muita diversão, que os perrengues da infância eram apenas formas que ela encontrava para me educar, à sua maneira, sem saber ao certo como fazer. E que, no fim, deu super certo.</p>
<p>É por isso que hoje, quando percebo que cometo erros com meus filhos, tento não me culpar tanto. Por que a vibração que sai de mim é do amor, mesmo nos momentos mais nervosos em que tenho que lhes cercear com limites. Tenho fé que um dia, assim como eu e minha mãe, eles entenderão que as fases mais duras que passamos tinha apenas um fim: que eles sejam homens de caráter e que encontrem a felicidade de forma justa e autêntica, fazendo o bem a eles e a todos em suas voltas =)</p>
<p><em><strong>*Imagem: Eu e mamãe, aquela que tem nome de guerreira, a Joana D&#8217;arc. Arquivo Pessoal.</strong></em></p>
<p><a href="http://www.mamaeebebe.com.br/?utm_source=Blog_CoisadeMae&amp;utm_medium=assinatura-post&amp;utm_campaign=Blog_CoisadeMae_assinatura-post_MMBB"><img class="aligncenter size-full wp-image-4113" title="Barra_Posts" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/Barra_Posts3.jpg" alt="" width="700" height="48" /></a></p>

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		<title>Que mundo queremos deixar para nossos filhos?</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 15:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A responsabilidade é nossa, é sua, é de pais e de mães. É de todos! Vamos para a rua, vamos deixar um país melhor para nossos filhos. Vamos mostrar que temos vozes, sim, e que vemos o que se passa. Esse país é nosso! E é nosso dever deixá-lo mais digno para nossos filhos. O Brasil acordou!]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/que-mundo-queremos-deixar-para-nossos-filhos/dudu-manifestante/" rel="attachment wp-att-4214"><img class="aligncenter  wp-image-4214" title="dudu manifestante" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/dudu-manifestante.jpg" alt="" width="459" height="459" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A responsabilidade é nossa, é sua, é de pais e de mães. É de todos!</p>
<p style="text-align: left;">Vamos para a rua, vamos deixar um país melhor para nossos filhos. Vamos mostrar que temos vozes, sim, e que vemos o que se passa.</p>
<p style="text-align: left;">Esse país é nosso! E é nosso dever deixá-lo mais digno para nossos filhos.</p>
<p style="text-align: left;">O Brasil acordou!</p>

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		<title>O exame de ultrassom no terceiro trimestre da gravidez</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 09:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir do terceiro trimestre, os fatores mais importantes a serem avaliados no exame ultrassonográfico são o peso fetal, a quantidade de líquido amniótico e a circulação entre mãe, placenta e feto, medida com o exame de Dopplervelocimetria ou Dopplerfluxometria. Se a gestação não é de risco, em geral mais um exame entre 30 e 34 semanas é suficiente. Para cada caso há indicações específicas, como na restrição do crescimento .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/o-exame-de-ultrassom-no-terceiro-trimestre-da-gravidez/ultrassom-inicio/" rel="attachment wp-att-4137"><img class="aligncenter  wp-image-4137" title="ultrassom-inicio" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/ultrassom-inicio-1024x1024.jpg" alt="" width="393" height="393" /></a></p>
<p>A partir do terceiro trimestre, os fatores mais importantes a serem avaliados no exame ultrassonográfico são o peso fetal, a quantidade de líquido amniótico e a circulação entre mãe, placenta e feto, medida com o exame de Dopplervelocimetria ou Dopplerfluxometria.</p>
<p>Se a gestação não é de risco, em geral mais um exame entre 30 e 34 semanas é suficiente. Para cada caso há indicações específicas, como na restrição do crescimento fetal, quando podem ser indicados exames quinzenais ou semanais.</p>
<p>No final da gestação, a ultrassonografia também é de grande ajuda para determinar se o bebê está cefálico (de cabeça para baixo) ou pélvico (sentado). É possível, ainda, visualizar se o cordão está passando atrás do pescoço do feto (circular cervical) ou não. Essas informações são importantes ao pré-natalista para a programação do parto.</p>
<p><em><strong>*Imagem: <a href="http://nadafragil.com.br/conheca-os-exames-que-toda-gestante-deve-fazer/" target="_blank">Daqui</a></strong></em><br />
<em><strong>*Fonte: Informações do livro A Saúde de Nossos Filhos, do Hospital Albert Einstein.</strong></em></p>

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		<title>O exame de ultrassom no segundo trimestre da gravidez</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 09:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/o-exame-de-ultrassom-no-segundo-trimestre-da-gravidez/ultrassom-2/" rel="attachment wp-att-4131"><img class="aligncenter  wp-image-4131" title="ultrassom" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/ultrassom.jpeg" alt="" width="434" height="305" /></a></p>
<p>Entre a 22ª e a 24ª semana de gestação é feito outro exame obrigatório de todo pré-natal: a ultrassonografia morfológica do segundo trimestre. Caso haja necessidade, o pré-natalista poderá indicar um ultrassom entre o primeiro e o segundo trimestre, mediante qualquer alteração materna, sangramentos, cólicas ou, ainda, quando há um alto risco de perda gestacional e parto prematuro, havendo necessidade de avaliação do colo do útero via vaginal.</p>
<p>A ultrassonografia de segundo trimestre estudará toda a anatomia do feto em detalhes, com medidas específicas da formnação dos órgãos e do crescimento destes. Nesse período, quando os órgãos já estão bem definidos, é possível diagnosticar precisamente malformações de pés, mãos, face, coluna, coração, trato urinário e diafragma. O estudo da placenta e do líquido amniótico e a Dopplerfluxometria das artérias umbilicais e uterinas são mandatórios. Faz parte também do exame morfológico e avaliação do colo do útero por via vaginal, que avaliará o comprimento e as condições do orifício interno do colo. Trata-se de uma prevenção dos casos de parto prematuro, que deve ser feita nessa fase, pois o colo se abre gradativamente a partir do momento em que o conteúdo uterino começa a ter peso significativo.</p>
<p><em><strong>*Imagem: <a href="http://claudia.abril.com.br/materia/duvidas-sobre-ultrassom-durante-gravidez-solucionadas/?p=/familia-e-filhos/gravidez" target="_blank">Site Revista Claudia</a></strong></em><br />
<em><strong>*Fonte: Informações do livro A Saúde de Nossos Filhos, do Hospital Albert Einstein.</strong></em></p>

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		<title>A ultrassom do primeiro trimestre na gravidez</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 09:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/a-ultrassom-do-primeiro-trimestre-na-gravidez/ultrasom/" rel="attachment wp-att-4124"><img class="aligncenter  wp-image-4124" title="ultraSom" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/ultraSom.gif" alt="" width="470" height="417" /></a></p>
<p>O primeiro exame deve ser feito, idealmente, entre a sexta e a oitava semana. Os objetivos são: observar se a gestação é tópica (se está dentro do útero); determinar o número de sacos gestacionais e embriões (se é gestação única ou múltipla &#8211; no segundo caso, descrever a classificação como mono ou dicoriônica, ou seja, gêmeos uni ou bivitelinos); indicar a presença de batimentos cardíacos fetais; realizar o cálculo da idade gestacional).</p>
<p>É comum observar mais que um saco gestacional no primeiro exame, de tamanhos variados e nem todos com desenvolvimento adequado; a certeza da quantidade acontece apenas quando se completa a embriogênese (formação total do embrião), em torno de 12 semanas. Quando um saco gestacional para de se desenvolver, é chamado de vanishing twin (algo como &#8220;gêmeo desaparecido). Em geral, a gestação segue adiante sem intercorrências, não devendo a gestante se preocupar com esse tipo de diagnóstico. A descrição é importante, pois pode justificar casos de sangramento iniciais.</p>
<p>Na quinta semana é possível ver bem o saco gestacional, mas ainda é cedo para visualizar o embrião, que geralmente aparecerá na sexta semana e, alguns dias depois, apresentará batimentos cardíacos. Esses batimentos inicialmente serão apenas visíveis e, em torno da sétima semana, já serão também audíveis. Desse modo, no primeiro exame é possível tanto visualizar o saco gestacional como ouvir os batimentos cardíacos do embrião. As medidas realizadas são dos diâmetros do saco gestacional, da vesícula vitelínica e do próprio embrião, no seu comprimento cabeça-nádegas. É observada a área na qual se desenvolverá a placenta, que nessa idade gestacional ainda se chama trofoblasto.</p>
<p>Nessa fase inicial, a via transvaginal é a mais indicada, pois possibilita imagens mais apuradas para a visualização do embrião, além de permitir o estudo dos ovários e anexos, detectando-se eventuais complicações associadas ou não à gestação.</p>
<p>O exame seguinte normalmente é indicado entre a 12ª e a 14ª semana, época em que a embriogênese (formação dos órgãos do embrião) está completa e o embrião está se tornando um feto. É a fase na qual se consegue reconhecer a anatomia do feto e estudá-la. Chama-se ultrassonografia morfológica de primeiro trimestre. As medidas realizadas ainda são do comprimento cabeça-nádegas do feto, do saco gestacional e dos batimentos cardíacos fetais. A anatomia da calota craniana, membros, órbitas, tórax e abdômem já é possível de ser estudada. A genitália é a última a se formar na embriogênese, levando muitas vezes a dúvidas quanto ao sexo nessa idade gestacional, sendo adequadamente visualizada e reconhecida a partir da 15ª semana.</p>
<p>Vários sinais podem ser observados na ultrassonografia de primeiro trimestre por meio de um rastreamento de alterações cromossômicas, ou seja, alterações que ocorreram na junção do óvulo comn o espermatozoide, originando as síndromes cromossômicas, que podem ser trissomias (um cromosso a mais), monossomias (um cromossomo a menos), deleções, translocações e outras. A mais comum e conhecida dessas alterações é a síndrome de Down, muito estudada por ser de difícil diagnóstico ultrassonográfico. Outras síndromes, mais graves e letais, geralmente serão de fácil reconhecimento na ultrassonografia, pois sempre apresentam malformações mais evidentes.</p>
<p>Os sinais mais estudados para se detectar as síndromes cromossômicas são a translucência nucal e a presença ou ausência do osso nasal. A translucência nucal é a medida de um espaço translúcido na nuca do feto, que, mesmo que nos casos alterados, irá diminuir e sumir após a 14ª semana. Os estudos são realizados fazendo observações em recém-nascidos e procurando por esses sinais na ultrassonografia fetal. Observa-se que o osso nasal está ausente ou é muito hipoplásico em 90% dos recém-nascidos com síndrome de Down. Portanto, a observação da &#8220;falta&#8221; do osso nasal é critério muito significativo para calcular o risco de o feto ser sindrômico.</p>
<p>Vale salientar que esses sinais são apenas &#8220;rastreamentos&#8221; das síndromes; quando observados e analisados no software adequado, oferecem um cálculo de risco. Quando o exame é realizado por equipe especializada em medicina fetal nos centros de excelência, essa análise é de grande valia para a futura mamãe.</p>
<p>A confirmação diagnóstica das síndromes cromossômicas é realizada por exames invasivos, que podem ser colhidos entre 12 e 14 semanas (vilo corial e biópsia de placenta) ou, ainda, entre 16 e 20 semanas (amniocentese). Os exames invasivos oferecem riscos à gestação, pois tratam-se de punções na placenta ou na cavidade amniótica, podendo haver sangramentos ou perda de líquido amniótico. Por esse fato, realiza-se o exame ultrassonográfico morfológico de primeiro trimestre em todas as gestantes, submetendo ao exame invasivo apenas aquelas que apresentam um alto risco para as síndromes.</p>
<p><em><strong>*Imagem: <a href="http://nene-da-mamae.blogspot.com.br/2011/11/ultrassom-na-gravidez-13-perguntas.html" target="_blank">Daqui</a></strong></em><br />
<em><strong>*Fonte: Informações do livro A Saúde de Nossos Filhos, do Hospital Albert Einstein.</strong></em></p>

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		<title>O manifesto pelo aumento das passagens em São Paulo e meu pequeno questionador</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 03:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já estava acompanhando timidamente, há alguns dias, as manifestações contra o aumento da passagem do transporte público, em São Paulo, mas hoje, eu me inflamei junto com os manifestantes, mesmo estando a dois mil quilômetros de distância do circo pegando fogo, literalmente. Vi pelo Jornal Nacional as cenas, sempre tendenciosas, claro, incitando que tudo o que é feito não passa de &#8220;violência&#8221;, de &#8220;vândalos&#8221;, de &#8220;depredações&#8221;, &#8220;de prejuízo a prédios .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/o-manifesto-pelo-aumento-das-passagens-em-sao-paulo-e-meu-pequeno-questionador/punk_da_mamae/" rel="attachment wp-att-4167"><img class="aligncenter size-full wp-image-4167" title="punk_da_mamae" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/punk_da_mamae.jpg" alt="" width="343" height="538" /></a><br />
Já estava acompanhando timidamente, há alguns dias, as manifestações contra o aumento da passagem do transporte público, em São Paulo, mas hoje, eu me inflamei junto com os manifestantes, mesmo estando a dois mil quilômetros de distância do circo pegando fogo, literalmente.</p>
<p>Vi pelo Jornal Nacional as cenas, sempre tendenciosas, claro, incitando que tudo o que é feito não passa de &#8220;violência&#8221;, de &#8220;vândalos&#8221;, de &#8220;depredações&#8221;, &#8220;de prejuízo a prédios públicos e privados&#8221;. Depois, e até agora, quatro horas depois do jornal, estou acompanhando tudo pelas redes sociais&#8230; ahhhhh, redes sociais, suaslindas, dando voz a cidadãos comuns, mostrando a realidade por trás das lentes mascaradas pelo dinheiro político.</p>
<p>E claro, minha indignação chegou aos ouvidos de meus filhos, Eduardo e Luca, que estavam se encaminhando para o quarto, para nosso ritual diário de sono &#8211; que inclui a leitura de uma história, uma oração e eu com eles no quarto até que adormeçam. Esse clima lindo, intimista e cheio de paz que tentamos praticar todas as noites, não combinava em nada com meu estado de espírito, acelerado e inflamado pelo que tinha visto na TV, sobre São Paulo.</p>
<p>Eduardo, então, me perguntou: <em>&#8220;Mas, mamãe, por que essas pessoas estão brigando? A polícia tá batendo nelas? Mas, a polícia não serve pra proteger a gente? O que é manifestação?</em>&#8220;.</p>
<p>Eu, que já estava maluca, sabendo das coisas que estão acontecendo na capital paulista (já que amigos pessoais e colegas de jornalismo estão participando do movimento), aumentei o tom e disse a meu filho:</p>
<p><em>- &#8220;Pois é, Dudu, essa gente aí anda de ônibus todos os dias, ganha muito pouco dinheiro e o &#8220;chefe&#8221; de todos nós decidiu que o ônibus ia ficar mais caro, aí as pessoas que não concordam com isso, foram nas ruas gritar para que ele abaixe a passagem do ônibus&#8221;</em>, falei a meu pequeno questionador. Claro que aqui está tudo bem resumido, já que eu usei um discurso mais didático, visto que é uma criança de cinco anos. <em>&#8220;Sabe, filho, aquele ônibus cheio que gente, que nós andávamos de vez em quando em São Paulo? Então, tem gente que usa todo dia&#8221;. &#8220;Nossa, mamãe, e eles vão TO-DO dia em pé, como a gente ia?</em>&#8220;, já vi algum indício revolucionário&#8230; gostei do rumo da prosa e então prossegui.</p>
<p>Ao final, quando terminei meu discurso inflamado e os tirei da frente da TV, por que as cenas de guerra eram realmente fortes para crianças dessa idade, Dudu me solta a seguinte pérola: &#8220;<em>Então, mamãe, quando eu quiser alguma coisa eu tenho que gritar?&#8221;</em>. &#8220;<em>De certa forma sim, meu filho, sim, minha criança</em>&#8220;. E fomos para o quarto.</p>
<p>Não posso deixar de dizer que eu sempre fui das avessas. Desde muito cedo meu pai falava que eu inflamava as massas, que eu incitava os que estavam quietos, que eu questionava quando devia ficar quieta. Não raras às vezes fui para a diretoria por confrontar com a professora os métodos tiranos que eram praticados vez ou outra. Na universidade (pública!) era frequentadora do diretório acadêmico da UNESP e sei bem o cheiro do gás lacrimogêneo e do quanto spray de pimenta arde nos olhos, pois marchei na avenida em Bauru, também num manifesto contra o aumento dos preços das passagens dos ônibus municipais em minha época.</p>
<p>Hoje já não milito mais, até disse a Vinícius, meu companheiro, que me envergonho um pouco do que mostro a meus filhos sobre mim. Que eu era muito mais lutadora, muito mais idealista. Quem dera minhas crianças tivessem me visto gritando rua afora &#8220;<em>abaixem a passagem, já</em>&#8220;. Hoje, no máximo, me veem pacificamente na Marcha do Parto em Casa, defendendo o direito da mulher de parir onde ela bem entender. Cada época, um tipo de ideal. Também valioso, é claro!</p>
<p>E aqui, agora, depois de ver nas redes sociais a barbárie que a PM fez com os manifestantes e pessoas alheias a isso, que simplesmente caminhavam na rua, saindo do trabalho e indo pra faculdade, fico pensando que eu quero mesmo, um dia, ver meus filhos nas ruas, como eu também já fiz. Não faço parte da grande massa que considera tudo isso coisa de gente que não tem o que fazer, vândalos, baderneiros, depedradores. Eu vejo o contrário. Vejo gente lutando por seus ideias. Gente correndo atrás do que acredita ser justo. Gente metendo a cara, a voz e os pés no chão para marchar contra a polícia truculenta por tantos sapos enfiados goela abaixo diariamente.</p>
<p>Me envergonharia muito ver meus filhos tendo uma postura pseudo-civilizada, tão característica das elites direitistas brasileiras, sentados no sofá chamando os manifestantes de &#8220;baderneiros&#8221;. Eu pretendo formar cidadãos, gente de verdade, que não abaixa a cabeça seja lá pro que for, gente de coragem, que vai pra rua &#8211; como eu já fui -, que se solidariza pelo povo, mesmo não tendo que usar o transporte público diariamente.</p>
<p>E por isso, sim, Eduardo, meu filho, você tem que gritar pelo que você deseja. Se seu tom de voz normal não se fizer ouvir, se não considerarem o seu pedido, se sua voz for calada pela política, pela minoria dominante de nosso país, pelos donos da mídia, pelos detentores do dinheiro. Sim, grite, meu filho. Saiba usar seu grito! Não espero que você aja feito uma eterna criança mimada, que a qualquer negação da vida saia berrando seus desejos por aí, não. Não se trata disso. Trata-se de não calar a sua voz, sobretudo, quando forçarem você a ficar quieto. Tomara, meu filho, tomara!</p>
<p><em><strong>*Imagem: <a href="http://realidadeparalela616.wordpress.com/2011/10/14/punk-da-mamae/" target="_blank">Daqui</a></strong></em></p>

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		<title>A ultrassonografia da gestação no exame pré-natal</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 08:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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<p><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/a-ultrassonografia-da-gestacao-no-exame-pre-natal/ultrassom/" rel="attachment wp-att-4120"><img class="aligncenter size-full wp-image-4120" title="ultrassom" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/ultrassom.jpg" alt="" width="400" height="280" /></a></p>
<p>É o exame mais esperado durante a gravidez. É a ultrassonografia que mostra os batimentos cardíacos, revela o sexo do bebê, estima peso e altura e mostra o perfil e a face, seja no exame bidimensional ou no tridimensional.</p>
<p>Desde a década de 1970 dispõe-se da ultrassonografia obstétrica. Por ser considerado o método de diagnóstico que oferece menor risco à paciente e ao feto, é muito utilizado na gestação.</p>
<p>A avaliação ultrassonográfica pode ser realizada no feto, na placenta, na quantidade de líquido amniótico e no colo do útero. As circulações intraútero e materna (fluxo das artérias umbilicais, fetais e uterinas) também podem ser estudadas através do exame chamado Dopplerfluxometria ou Dpplervelocimetria.</p>
<p>Com o aprimoramento dos equipamentos e imagens, houve um grande desenvolvimento da técnica e diagnósticos possíveis durante a vida intrauterina, possibilitando, para cada época da gestação, os exames específicos.</p>
<p>Há basicamente duas técnicas usadas na gestação: o exame por via abdominal e por via transvaginal. Os dois podem ser realizados em qualquer fase da gestação e terão indicações específicas.</p>
<p>O exame por via abdominal é o mais comum, no qual se coloca um gel à base de água para servir de contato, evitando que haja ar entre a pele e o transdutor a fim de garantir uma boa qualidade de imagem.</p>
<p>O exame via transvaginal ou endovaginal utiliza um transdutor fino, protegido por plástico específico para a finalidade, que é introduzido na vagina, perto do colo do útero. Isso não causa nenhum incômodo ao bebê nem à mãe. Não é necessário qualquer tipo de preparo prévio. A resolução da imagem é bem melhor por via vaginal; portanto, no início da gestação, esta via será mais indicada que a abdominal.</p>
<p>O ultrassonografista poderá fazer algumas perguntas clínicas, como a data da última menstruação, se foi realizado exame de sangue para diagnosticar a gravidez e qual o seu valor e até se houve sangramento ou não. Todas as informações clínicas ajudam a diagnosticar a causa dos sangramentos e determinar a idade da gestação; os exames anteriores servem para comparação e ajudam a constatar se o feto está crescendo adequadamente ou não.</p>
<p><em><strong>*Imagem: <a href="http://nadafragil.com.br/conheca-os-exames-que-toda-gestante-deve-fazer/" target="_blank">Daqui</a></strong></em></p>

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		<title>Ops, mamãe errou!</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 08:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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<p style="text-align: left;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/ops-mamae-errou/mae-tambem-erra/" rel="attachment wp-att-4108"><img class="aligncenter  wp-image-4108" title="mãe também erra" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/mãe-também-erra.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><br />
Embora eu tenha um jeito muito amoroso de cuidar das crianças, confesso que faço o estilo &#8220;linha dura&#8221; quando se trata da educação deles. Da mesma forma que fui criada por minha avó e minha mãe &#8211; que colocavam acima de tudo valores como respeito, sobretudo com os mais velhos, obediência e bom comportamento social -, tento passar essa forma de encarar o mundo para meus filhos.</p>
<p>Ocorre que, às vezes, de tão &#8220;cega&#8221; para dar-lhes a melhor educação, acabo cometendo alguns deslizes. E uma mistura de sensações se apodera de mim. Dia desses, depois de ter passado o fim de semana com o pai aqui na Bahia, Eduardo e Luca vieram felizes me mostrar os presentes que tinham ganhado do papai e da tia Mari, a namorada dele. E aí me mostraram algo de plástico i-dên-ti-co a uma bóia.</p>
<p>Antes que Dudu falasse o que era, eu exclamei &#8220;<em>que legal, Dudu, é uma bóia</em>&#8220;. E ele respondeu: <em>&#8220;não, mamãe, não é uma bóia</em>&#8220;. Eu, sem prestar muita atenção ao objeto em suas mãos e já querendo combater nele a teimosia de ser &#8220;do contra&#8221;, repeti fortemente, &#8220;<em>isso é uma bóia sim, Eduardo</em>&#8220;. Ele insistiu: <em>&#8220;mas, mamãe, não é uma&#8230;&#8221;</em>. E eu, mais que rapidamente, dei outra bronca, dizendo que se ele continuasse a me confrontar, eu guardaria o brinquedo e ele não o veria mais tão cedo. O pequeno simplesmente abaixou cabeça e ficou com a tal coisa nas mãos, frustrado.</p>
<p>Aí que instantes depois, Vinícius, meu namorado, pegou a bóia-não-bóia para encher. E quando o jacaré tomou forma, vi que realmente não era uma bóia. Santo Deus, Eduardo tinha razão. Era um joão-bobo, aqueles brinquedos que ficam parados no chão e que não tombam de jeito nenhum. Mas, gente, que pegadinha é essa que resolveram fazer comigo? Aquilo murcho, era uma bóia, sim! E aí, na mesma hora fiquei péssima, me sentindo culpada por ter confrontado Dudu sem nem ter olhado direito o que era o brinquedo, por não ter dado ouvidos a ele, que já tinha visto, afinal ele quem ganhara e já tinha brincado com o presente.</p>
<p>Então, na mesma hora, lembrei que nós, mães, erramos também. Que às vezes nossos filhotes têm razão, apesar da pouca idade. E que temos de ter jogo de cintura para não deixar que a opinião ou a voz deles seja suprimida por nossa autoridade de adultos. Afinal, somos todos seres humanos, todos no eterno processo de erra-acerta, independente de que idade tenhamos.</p>
<p>E aí, fui até Eduardo e na maior humildade, pedi desculpas a ele. <em>&#8220;Desculpa a mamãe, filho? Você tinha razão, realmente não era uma bóia. Eu não tinha visto direito e me enganei&#8221;</em>. Ele, todo fofo, já abrindo os bracinhos para me abraçar, disse: <em>&#8220;É, mamãe, o jacaré te enganou, tudo bem, ele é um fanfarrão mesmo&#8221;</em>. E ambos caímos na risada. No mesmo instante, o bom humor deu lugar à braveza de antes e à culpa por ter sido bruta com meu filho, quando ele estava certo.</p>
<p>E assim seguimos nosso dia, com o reforço de que nós erramos também, claro. E que, por sorte, há amor suficiente aqui para voltar atrás, reconhecer o erro, pedir desculpas e continuar na caminhada. Assim, Eduardo e eu reforçamos nosso vínculo, à medida que nos apoiamos um no outro para crescer e que temos esses momentos de rever nossas atitudes <img src='http://www.coisademae.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em><strong>*Imagem: <a href="http://www.maternidadeaflordapele.com/recem-nascido/m%C3%A3e-tambem-erra/" target="_blank">Daqui</a></strong></em></p>
<p><a href="http://www.mamaeebebe.com.br/?utm_source=Blog_CoisadeMae&amp;utm_medium=assinatura-post&amp;utm_campaign=Blog_CoisadeMae_assinatura-post_MMBB"><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="Barra_Posts" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/Barra_Posts2.jpg" alt="" width="700" height="48" /></a></p>

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		<title>A importância da participação do pai nas consultas de pré-natal</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 07:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/a-importancia-da-participacao-do-pai-nas-consultas-de-pre-natal/pai-consulta-pre-natal/" rel="attachment wp-att-4087"><img class="aligncenter  wp-image-4087" title="pai consulta pré-natal" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/pai-consulta-pré-natal.jpg" alt="" width="495" height="371" /></a></p>
<p>Quando presentes, muitos futuros papais se perguntam se devem (ou até mesmo se podem) participar das consultas durante o pré-natal e do parto, pois seriam &#8220;tarefas femininas&#8221;, &#8220;coisas de mulher&#8221;, e muitos se sentem &#8220;deslocados&#8221; no ambiente. Esse sentimento pode ser mais ou menos intenso dependendo das características de cada um, do casal e mesmo da equipe que está prestando o atendimento. Mas a participação do marido, do companheiro, do futuro pai completa o ambiente, auxiliando (e muito!) todos os aspectos do acompanhamento da gestação, do parto e dos cuidados com o bebê.</p>
<p>Existem homens que não toleram ambientes hospitalares e há mulheres que ficam constrangidas com a presença do parceiro. Antes de decidir sobre a presença do pai nas consultas e no parto, é importante que o casal converse muito e entre em contato com suas fantasias, desejos e ansiedades que envolvem a gestação. Convém lembrar que o pai não precisa tomar decisões nem ser testemunha de atos cirúrgicos ou de procedimentos médicos. Ao pai cabem palavras de incentivo, a torcida e as emoções do nascimento de seu filho.</p>
<p>Além de desejada pela maioria das mulheres, a participação paterna ativa traz diversos benefícios:</p>
<p>1 &#8211; O esclarecimento de muitas dúvidas que o pai possa apresentar sobre a gravidez e o parto e sobre o bem-estar da mulher e do bebê.</p>
<p>2 &#8211; A melhor compreensão das necessidades (e eventuais problemas) da companheira, ajudando o pai a manter um cuidado.</p>
<p>3 &#8211; O auxílio do pai ao manter a equipe de saúde informada sobre as situações do dia a dia da gestante e ao lembrá-la dos conselhos de saúde dados durante as consultas.</p>
<p>4 &#8211; O desenvolvimento da confiança do pai na equipe de saúde e a evolução da sua relação com o obstetra, transformando-a, de uma eventual competição, em uma relação de ajuda mútua (sim, o pai pode representar enorme auxílio ao obstetra no momento do parto).</p>
<p>5 &#8211; A possibilidade do pai permitir-se ser cuidado nas angústias e temores da sua futura tarefa (muitos homens também passam por transformações físicas, comendo mais, apresentando insônia ou sono excessivo, etc).</p>
<p>De acordo com a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, a gestante brasileira tem direito ao acompanhamento do pai ou de qualquer pessoa de sua livre escolha em consultas, exames e internações, e nos momentos de pré-parto, parto e pós-parto. Recomenda-se que a grávida se informe antecipadamente na maternidade em que dará a luz sobre os procedimentos para participação do acompanhante.</p>
<p>Mesmo que possam persistir dúvidas em relação a todas essas vantagens, resta a pergunta: como não participar aquele que é, no mínimo, coadjuvante ou coautor da obra?</p>
<p>Algumas dicas aos pais:</p>
<p>- Participar da escolha da equipe obstétrica;</p>
<p>- Acompanhar sua mulher nas consultas e nos exames pré-natais;</p>
<p>- Participar de um curso de preparação para casais grávidos;</p>
<p>- Desenvolver sua vida sexual, seja através da ternura ou do erotismo;</p>
<p>- Ter paciência com as alterações de humor de sua mulher;</p>
<p>- Fazer contato com o filho: a partir do quinto mês, ele ouve a sua voz;</p>
<p>- Participar da escolha das roupas e da mobília do quarto do bebê;</p>
<p>- Cuidar da sua alimentação, evitando excessos, frequentemente, o pai também engorda (e não perde o excesso de peso rapidamente depois do parto).</p>
<p><em><strong>*Fonte: Informações do livro A Saúde de Nossos Filhos, do Hospital Albert Einstein.</strong></em></p>
<p><em><strong>**Imagem: <a href="http://vidaeestilo.terra.com.br/fertilidade/noticias/0,,OI6058767-EI20145,00-Homem+tem+papel+importante+durante+a+gravidez+diz+medica.html" target="_blank">Daqui</a></strong></em></p>

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		<title>O quanto a televisão influencia negativamente a vida de uma criança</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 09:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu, como você, aposto, sempre ouviu que as influências da televisão e desse novo tipo de cultura popular  &#8211; que se difunde maciçamente nos meios audiovisuais, como as danças e músicas com apelo sexual -, são negativas sobre as crianças. E sempre questionei, meio acreditava, meio não. Sobre essas danças absurdas eu sempre fui muito enérgica, por que acho feio e vulgar uma criança dançar na boquinha da garrafa ou .. ]]></description>
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<p><a href="http://www.coisademae.com/2013/06/o-quanto-a-televisao-influencia-negativamente-a-vida-de-uma-crianca/televisao-e-criancas/" rel="attachment wp-att-4102"><img class="aligncenter size-full wp-image-4102" title="televisao e crianças" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2013/06/televisao-e-crianças.jpg" alt="" width="320" height="310" /></a></p>
<p>Eu, como você, aposto, sempre ouviu que as influências da televisão e desse novo tipo de cultura popular  &#8211; que se difunde maciçamente nos meios audiovisuais, como as danças e músicas com apelo sexual -, são negativas sobre as crianças. E sempre questionei, meio acreditava, meio não. Sobre essas danças absurdas eu sempre fui muito enérgica, por que acho feio e vulgar uma criança dançar na boquinha da garrafa ou ficar repetindo por aí &#8220;<em>ai, se eu te pego, delícia</em>&#8220;. Mas, sobre a televisão, não conseguia entender ao certo o porquê da proibição. Até que fui pesquisar isso à luz da antroposofia, a filosofia mãe da pedagogia Waldorf, que guia a escola de meus filhos.</p>
<p>E eis que fiquei tão boquiaberta com as coisas que estudei, que resolvi compartilhar com outras mães, para que saibam exatamente o que essas porcarias todas fazem com nossas crianças, sobretudo as mais novinhas. Tão sério, que pode ser irreparável no futuro.</p>
<p>De acordo com Rudolf Steiner, pai da antroposofia, duas palavras mágicas caracterizam a maneira como a criança se relaciona com o mundo: imitação e exemplo. Até os sete anos, época da troca dos dentes (a antroposofia trata os ciclos da vida em setênios, ou seja, de sete em sete anos, e em marcos físicos), é quando o ser humano mais imita e age pelo exemplo que tem das pessoas mais próximas, família e educadores.</p>
<p>Sendo assim, o que acontece no ambiente físico, a criança imita. E assim, por consequência, essa imitação confere aos órgãos físicos suas formas definitivas. Devemos considerar o ambiente físico em sua concepção mais ampla, e não apenas a casa, mas tudo o que acontece de concreto ao redor da criança, tudo o que seus sentidos captam, todas as ações morais e imorais, inteligente e tolas que a criança possa perceber.</p>
<p>O que está escrito neste último parágrafo é muuuuito sério, minha gente. Estudei relatos de uma mãe à psicopedagoga de que seu filho vivia repetindo gestos de violência, mesmo em situações não-violentas. Por exemplo, andava levantando as mãos, com os punhos fechados, sempre naquela posição de luta, mesmo quando sozinho. Em qualquer contato físico com outras crianças, já empunhava as mãos para lutar, era o único gesto que ele conseguia fazer, era o que entendia por brincadeira. Isso por que, passava horas e horas por dia na frente de um desenho animado, em que o personagem principal tem essa postura.</p>
<p>Uma vez que a criança absorve esse estímulo, acaba imitando e grava em seus órgãos físicos o comportamento. Pode ser que nunca mais dê para tirar da criança essa postura física mais &#8220;violenta&#8221;, mais truculenta, mais intimidadora.</p>
<p>O mesmo preceito vale para essas cenas com muito apelo sensual. Seja de sexo nas novelas, dessas danças eróticas que passam abertamente na TV aos domingos à tarde. Essas músicas que tratam de forma escancarada e barata da conquista amorosa e sexual. Uma vez que nossas crianças vejam isso e seu cérebro entenda que isso é normal, que é praticável, vão imitar, vão fazer igual. E nisso mora o perigo do corpo e da mente delas ser despertada precocemente para algo que ainda não têm a menor maturidade, nem física e muito menos emocional, para dar conta. Os problemas podem ser inúmeros e irreparáveis.</p>
<blockquote>
<p><em>&#8220;A criança não aprende por instrução, mas por imitação. E seus órgãos físicos adquirem a forma pela influência do ambiente físico. A visão se desenvolve sadiamente quando existem no ambiente da criança fenômenos apropriados de luz e cor; no cérebro e na circulação sanguínea se formam as disposições para um sentido moral sadio, desde que a criança perceba em seu ambiente fatos morais. Se antes da idade de sete anos a criança vê ao seu redor apenas atitudes tolas, o cérebro adquire formas tais que a capacitam apenas para tolices na vida posterior&#8221;.</em>*</p></blockquote>
<p>Portanto, minha gente, a situação é séria. Vamos ter cuidado com o que oferecemos de estímulo a nossos pequenos. Desliguemos mais a televisão e deixemos que a criatividade deles fale mais alto. É preciso ter mãos de ferro nessa questão do que eles assistem, dos video-games que jogam, das músicas que escutam. Olho vivo e faro fino!</p>
<p><em><strong>* Trecho do livro &#8220;A Educação da Criança Segundo a Ciência Espiritual</strong></em>&#8220;, <em><strong>de Rudolf Steiner.</strong></em><br />
<em><strong>**Imagem: <a href="http://www.tocadacotia.com/saude/a-televisao" target="_blank">Daqui</a></strong></em></p>

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