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	<title>Coisa de Mãe</title>
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	<description>Porque isso é sinônimo de amor</description>
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		<title>Casamento. Descasamento. Recasamento</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu não queria me casar até me casar. Relutava de forma clara e ríspida contra o casamento, até que me apaixonei perdidamente e vi nesse amor a grande oportunidade de formar uma família. Isso, sim, eu sempre quis. Muito provavelmente como uma forma de negar a minha família não linear e a falta que sempre tive de pai e mãe por perto. Queria ter a MINHA família, algo que eu .. ]]></description>
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<p style="text-align: left;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/casamento-descasamento-recasamento/casamento-2/" rel="attachment wp-att-2536"><img class="aligncenter  wp-image-2536" title="casamento" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/casamento.jpg" alt="casamento divórcio filhos chris guerra para francisco " width="450" height="302" /></a><br />
Eu não queria me casar até me casar. Relutava de forma clara e ríspida contra o casamento, até que me apaixonei perdidamente e vi nesse amor a grande oportunidade de formar uma família. Isso, sim, eu sempre quis. Muito provavelmente como uma forma de negar a minha família não linear e a falta que sempre tive de pai e mãe por perto. Queria ter a MINHA família, algo que eu poderia escolher e fazer diferente do que não tinha tido na infância.</p>
<p>E me casei. E foi lindo! Um sonho diurno, entre flores, do jeitinho que eu (não)sonhava, cercada de pessoas incríveis, dançando a valsa mais doce que eu já havia ouvido. Temperando aquele momento maravilhoso, Eduardo dançava em minha barriga, enquanto eu passava de mãos dadas com meu pai (não o biológico, aquele que me criou com amor e dedicação) por um corredor de pessoas na direção de meu noivo. Fabio era o noivo mais lindo que poderia ser para mim. Como eu o amava! Como via nele todas as qualidades para se casar com uma pessoa em todas as minhas vidas. Que dia feliz foi aquele!</p>
<p>Hoje fiquei comovida quando vi os <a href="http://www.hojevouassim.com.br/2012/05/11/o-filme-do-casamento">vídeos do casamento</a> da Chris Guerra. A história de Chris é tocante: o grande amor de sua vida morreu quando ela estava grávida de 7 meses. Para viver dois grandes sentimentos, da dor da morte e da alegria do nascimento de Francisco, ela criou o blog <a href="http://parafrancisco.blogspot.com.br/" target="_blank">Para Francisco</a>, para que seu filho, um dia, soubesse quem foi Guilherme, seu pai. Na época, passei noites inteiras lendo o blog e chorando a dor de Chris. Acompanhei pela internet sua busca por paz, a cicatrização de seu luto, o crescimento de Francisco e a retomada do amor, culminando em um casamento belíssimo.</p>
<p>Inimaginável pensar que Chris se casaria de novo. Como eu não me imagino casando de novo. Mas, vocês hão de me perguntar: &#8220;<em>Você não quer se casar de novo, Glau?&#8221;</em>. Sim, eu quero! Quero muito! Porque eu realmente acho que casamento pode ser legal e gostei dessa história de compartilhar a vida com uma pessoa. Entretanto, eu acho que nunca mais vou me casar. E todas às vezes que esse pensamento me vem à cabeça eu sinto uma dolorida tristeza.</p>
<p style="text-align: left;">Porque eu também tenho o meu lado Barbie, como diz um amigo referindo-se a mulheres frágeis. Habitam em mim dois tipos de mulheres muito diferentes, mas que em vários momentos elas se encontram. É um mix perfeito, ora revelando uma face ora explodindo outro. Não se sabe ao certo qual é mais dominante ou mais presente. Não consigo me definir qual das duas Glauciana eu sou.</p>
<p style="text-align: left;">Uma é decidida, parece não ter medo de nada, roda esse país dirigindo seu carro vermelho com seus dois filhos, que cria sozinha. Trabalha na profissão que escolheu, fruto dos dois cursos universitários que fez. Veste as roupas que quer. Escolhe por onde anda e com quem se relaciona. Dona de seu nariz, de seu desejo e de seu corpo, transa com quem tem vontade e &#8211; que fique claro &#8211; quando tem vontade, sem que isso faça dela uma grande meretriz. Obstinada e determinada, corre na direção de todos os seus sonhos, buscando uma vida mais plena de bem-quereres.</p>
<p style="text-align: left;">A outra é uma menina sardenta. Com um metro e meio de altura e pulando na balança entre a casa dos 40 e dos 50 quilos, a menina do interior, que fala porrrrrta, porrrrrteira, pé verrrrrrmelho, guarda dentro de si um zilhão de medos escondidos. Na solidão de suas recentes noites, se encaixa no abraço quente de seu sofá, desejosa que ele se transformasse naquele príncipe que lhes tiraria todas as aflições. Essa menina matuta sempre sonhou com o príncipe encantado e gosta de ideia de ser princesa de um só. Não raras as vezes em que ela sai por aí chorando, pedindo um colo que a possa proteger de todos os males do mundo.</p>
<p>Embora as pessoas usem de um discurso motivador para me convencer do contrário, vendo em mim a mulher corajosa da primeira descrição &#8211; &#8220;<em>você é jovem, linda, inteligente, a miss simpatia, a última trakinas do pacote, a profissional que todo Eike Batista gostaria de ter em sua empresa e blá blá bli</em>&#8221; &#8211; eu não consigo introjetar isso. Nesse momento, é sempre a menina sardenta que toma seu lugar em mim e me faz não acreditar nas previsões alheias.</p>
<p>Ver Francisco levando a mãe até o altar, vestidíssima de noiva, me fez pensar diretamente em meus filhos. E me emocionou por imaginar que a vida é muito circular e que não é possível prever o que será daqui uns anos. Dessas surpresas incalculáveis, que essa coisa mutável e instável chamada vida nos prepara. Quem sabe um dia, você&#8230; isso, você aí mesmo, que acompanhou todo esse meu processo dolorido, me veja casando de novo, enfiada no vestido mais branco que possa existir na escala de cores? Da mesma forma que eu hoje vi a Chris e fiquei feliz. Não a conheço pessoalmente, nunca falei com ela nem por telefone, mas me comovi, porque existe muita vida aí fora, pulsando em cada instante e em cada esfera que vibra nesse mundão de meu Deus.</p>
<p style="text-align: left;">*<strong>Imagem</strong>: <a href="http://weheartit.com/entry/28784688" target="_blank">We Heart It</a></p>

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		<title>Meu filho é um psicopata?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 15:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios de Mãe]]></category>
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		<description><![CDATA[A capa deste mês da revista Super Interessante traz a reportagem &#8220;Pequenos Psicopatas&#8221;, sobre as crianças que já nascem más. A matéria traz o depoimento das mães contando as atrocidades que seus filhos psicopatas fizeram quando pequenos, já que pessoas com essa estrutura de funcionamento não têm os sentimentos de emoção, culpa e compaixão. Confesso que fiquei nauseada por ler. Aí que numa bela tarde de sábado meus filhos brincavam .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/meu-filho-psicopata/crianca-2/" rel="attachment wp-att-2529"><img class="aligncenter size-full wp-image-2529" title="crianca" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/crianca.jpg" alt="criança maldade anjo diabo capeta psicopata psicopatia freud" width="326" height="321" /></a></p>
<p>A capa deste mês da revista <a href="https://www.assine.abril.com.br/portal/revista!initRevista.action?codProjeto=970&amp;origem=sr/ba/si" target="_blank">Super Interessante</a> traz a reportagem &#8220;Pequenos Psicopatas&#8221;, sobre as crianças que já nascem más. A matéria traz o depoimento das mães contando as atrocidades que seus filhos psicopatas fizeram quando pequenos, já que pessoas com essa estrutura de funcionamento não têm os sentimentos de emoção, culpa e compaixão. Confesso que fiquei nauseada por ler.</p>
<p>Aí que numa bela tarde de sábado meus filhos brincavam tranquilos dentro de nosso apartamento, quando não sei porque motivo Eduardo trancou o irmão mais novo no quarto e ficou de braços cruzados olhando para a porta. Ouvia os berros desesperados de Luca e continuou ali impávido, apenas fitando a porta, sem abrir, escutando a agonia do outro preso no cômodo ao lado.</p>
<p>Pronto, pirei! Será, meu Deus, que meu filho é um pequeno psicopata? Santíssima trindade, o que deu na cabeça da criatura por fazer a malvadeza com o o irmãozinho e ficar ali parado apenas observando? Me tremi toda e fiquei o resto do fim de semana encanada. Porque eu, minha gente, ao contrário de muitas mães não tampo o sol com a peneira, não! Sei muito bem dos defeitos de meus filhos e tento, ao máximo, guiá-los no bom caminho. Por conta disso, sou chamada até de louca exagerada.</p>
<p>Aí fui pesquisar na interwebz e encontrei outra reportagem da Super, com o seguinte trecho:</p>
<blockquote><p><em>Para começo de conversa, um certo grau de malvadeza é relativamente normal na infância e faz parte do desenvolvimento. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, explicava que temos impulsos instintivos agressivos e que somente ao termos contato com os outros e com a cultura é que nos moldamos e refreamos tais impulsos. Segundo ele, temos uma vocação para a rebeldia, que acabamos reprimindo em troca da convivência pacífica em sociedade. &#8220;Nascemos com um programa inviável, que é atender aos nossos instintos, mas o mundo não permite&#8221;, afirmava.</em></p></blockquote>
<p>Mas, continuei com a pulga atrás da orelha e até pensei em levá-lo a um psiquiatra infantil, neuropediatra ou analista pediátrico (se é que isso existe). É, gente, quando eu encano, eu encano! Quando Dudu era bebê e tinha relutância em comer eu rodei a cidade em todos os nutricionistas, endócrinos, nutrólogos e médicos afins pra descartar qualquer distúrbio emocional e/ou físico.</p>
<p>Até que ontem à noite veio a minha salvação em forma de lágrimas! Dudu chora, é claro, mas até aí os psicopatas podem muito bem chorar lágrimas de crocodilo para encenar um teatro, porque eles são dominadores psicológicos. Mas, sinto que ontem não foi o caso.</p>
<p>Estávamos eu e ele embaixo do edredon na sala, assistindo a um filme. Na história, a bebê de três dias da personagem principal morria de morte súbita enquanto dormia no colo da mãe. E ao aparecer essa cena, bastante triste, Dudu me olha, passando as mãos nos olhinhos e com a voz embargada e me diz:</p>
<p>&#8220;<em>Mamãe, acho que eu estou chorando também. É muito triste a bebê morrer. Imagina se o nosso bebê [referindo-se ao Luca] morresse no seu colo? Buáááááaáá. Buáááááááá.</em>&#8221;</p>
<p>Nessa hora eu, que também estava emocionada pela cena, desandei a chorar e a rir ao mesmo tempo. Ufaaaaaaaaaaaaa, meu filho, ao que tudo indica, não é um psicopata. E, além de tudo, tem coração. Pronto, dormi feliz.</p>
<p>*<strong>Imagem</strong>: <a href="http://prefaciodauni.blogspot.com.br/2009/11/o-anjo-ou-o-diabo_26.html" target="_blank">Daqui</a></p>

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		<title>Uma maçã também pode ser uma bola</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 09:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisa de Criança]]></category>
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		<description><![CDATA[Fui criada à moda antiga, old school mesmo, por uma avó muito severa, crítica, brava. Ela era amável comigo, mas muito exigente. Talvez por isso eu tenha sempre o impulso de controlar o que meus filhos fazem, #confesso. E há algum tempo isso tem me incomodado tanto. Porque raios que tudo tem de ser tão certinho? Porque algumas coisas não podem ser um pouquinho diferentes? Porque não se pode dar .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/uma-maca-tambem-pode-ser-uma-bola/apple/" rel="attachment wp-att-2518"><img class="aligncenter  wp-image-2518" title="apple" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/apple.jpg" alt="apple maçã steve jobs iphone ipad bola" width="400" height="415" /></a></p>
<p>Fui criada à moda antiga, old school mesmo, por uma avó muito severa, crítica, brava. Ela era amável comigo, mas muito exigente. Talvez por isso eu tenha sempre o impulso de controlar o que meus filhos fazem, #confesso.</p>
<p>E há algum tempo isso tem me incomodado tanto. Porque raios que tudo tem de ser tão certinho? Porque algumas coisas não podem ser um pouquinho diferentes? Porque não se pode dar um gritinho à noite? Porque a vida tem de estar sempre tão nos trilhos?</p>
<p>E, como tudo que começa a me incomodar, estou tentando dar um jeito de mudar, sobretudo com as crianças. Nossos filhos ainda são livres de nossos vícios de regras apertadas de viver. Para que cercear as crianças que ainda não estão tão adaptadas a uma rotina dura, a uma forma cartesiana de encarar o mundo e a vida?</p>
<p>É por isso que ontem eu fiquei muito orgulhosa de mim e venho compartilhar isso com vocês. Eu realmente consegui quebrar uma barreira, que para muitas vai parecer mera banalidade, mas para mim é uma vitória.</p>
<p>Esbarrei, sem querer, na fruteira em cima da mesa da cozinha e uma maçã caiu no chão. Na hora, Luca &#8211; que estava engatinhando na cozinha, pertinho de mim &#8211; a pegou e foi para a sala. Jogou a maçã, que rolou no chão. Ele achou graça e deu risada. Dudu também gostou da brincadeira, pegou de volta e jogou para o irmão.</p>
<p>Eu, como sempre, tive o impulso de ir lá, pegar a maçã e recolocá-la em seu lugar. Claro, maçã não é brinquedo, é alimento e com isso não se brinca.</p>
<p>Mas, não, qual é o problema? Porque não deixar meus filhos exercitarem a criatividade de fazer uma maçã de bola? Que raios eu teria de manter a tal ordem das coisas, fazendo com que maçã seja apenas maçã? Porque eu teria de ser tão dura, certinha, nos modos?</p>
<p>A caminho da sala me contive e parei no meio do caminho. Consegui! E fiquei ali olhando eles dando gargalhadas com a maçã-bola. Luca pega, levantava a maçã com uma das mãozinhas, dava um gritinho e jogava longe. Dudu pegava, gargalhando, e jogava de volta. Luca engatinhava rapidinho e agarrava-a.</p>
<p>Uma brincadeirinha boba, mas tão saudável. Uma cena tão bonitinha, dos irmãos brincando, usando a criatividade para se distraírem, unidos, compartilhando o mesmo momento, nessas trocas tão legais que fazemos com as pessoas que gostamos.</p>
<p>E minha atitude foi fundamental. Eu poderia ter cortado o &#8220;mal pela raiz&#8221;, nessa visão tão cerceada da vida. Poderia ter pego a maçã e recolocado-a na fruteira. Mas, não, optei pela escolha mais legal, mais divertida. No fim das contas, eu estava sentada no chão com eles, correndo atrás de uma maçã. Eles acharam ainda mais graça e ficamos ali por vários minutos.</p>
<p>A maçã? Coitada! Ficou toda amassada, arranhada. Mas, quem se importa? No fim das contas Luca ainda começou a mordiscar e comeu, pedacinho por pedacinho, metade da fruta. Fiquei feliz, muito feliz, por permitir minhas crianças serem livres dos meus padrões [bobos] de ordem. E feliz por mim, por estar conseguindo me libertar de comportamentos como esse.</p>
<p>=) Viva!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esse texto foi publicado na rede social <a href="http://blog.mulheremae.com.br/search/label/Glau?updated-max=2011-03-29T15:11:00-03:00&amp;max-results=20&amp;start=18&amp;by-date=false" target="_blank">Mulher e Mãe</a>, em 11/2/2011</strong></p>
<p>*<strong>Imagem</strong>:<a href="http://weheartit.com/entry/28591070" target="_blank"> We Heart It</a></p>

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		<title>Mães são a principal fonte de inspiração para a vida</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 09:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o estudo Quem me Inspira, realizado pela Giacometti Comunicação, a figura da mãe é a que mais inspira as pessoas: 46% dos entrevistados a consideram a principal fonte de inspiração no dia a dia. Veja o ranking das pessoas mais inspiradoras, segundo estudo da Giacometti: Quem te inspira? (resposta espontânea, 2 citações) 1. Mãe: …………………………..46% 2. Pai: …………………………….33% 3. Amigo: ………………………..10% 3. Irmãos: ……………………….10% 4. Filhos: ………………………… 7% 5. .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/maes-sao-a-principal-fonte-de-inspiracao-para-a-vida/nossa-senhora-de-fatima-3/" rel="attachment wp-att-2513"><img class="aligncenter  wp-image-2513" title="nossa-senhora-de-fatima-3" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/nossa-senhora-de-fatima-3.jpg" alt="mãe nossa senhora de fátima santa inspiração mother" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Segundo o estudo <em>Quem me Inspira</em>, realizado pela Giacometti Comunicação, a figura da mãe é a que mais inspira as pessoas: 46% dos entrevistados a consideram a principal fonte de inspiração no dia a dia.</p>
<p>Veja o ranking das pessoas mais inspiradoras, segundo estudo da Giacometti:</p>
<p><strong>Quem te inspira?</strong><br />
(resposta espontânea, 2 citações)</p>
<p>1. Mãe: …………………………..46%<br />
2. Pai: …………………………….33%<br />
3. Amigo: ………………………..10%<br />
3. Irmãos: ……………………….10%<br />
4. Filhos: ………………………… 7%<br />
5. Outros parentes: ……………6%<br />
5. Esposa:…………………………6%<br />
6. Ex-Presidente Lula: ………..5%<br />
6. Marido: ………………………….5%<br />
6. Avós: …………………………….5%<br />
7. Pessoas do Trabalho: ……..4%<br />
7. Namorado:………………………4%</p>
<p>A pesquisa teve duas fases, a qualitativa e a quantitativa, na qual foram entrevistadas 400 pessoas divididas em classe AB (100 homens e 100 mulheres) e classe C (100 homens e 100 mulheres).</p>
<p>Entre as pessoas mais admiradas, de novo a figura da mãe ocupa o primeiro lugar, com 52%. Antes de indicar os mais admirados, os entrevistados listaram os atributos que mais admiram em uma pessoa, com base em resposta estimulada, duas citações. Em primeiro lugar, ficou o respeito, com 39%; em segundo, a sabedoria, com 36%; na sequência, humildade (30%), simplicidade (29%), generosidade (25%), história de vida (24%), conquista (13%), paciência (6%), sinceridade (1%), determinação (1%) e coragem (1%).</p>
<p>Após listarem os atributos que mais admiram em uma pessoa, os entrevistados foram solicitados a listar as pessoas que consideram mais próximas dos atributos citados, ou seja, as pessoas que mais admiram por expressarem esses atributos. Novamente campeãs, as mães são mais admiradas principalmente estarem mais associadas aos atributos respeito, sabedoria, humildade, simplicidade e generosidade</p>
<p><strong>Os mais admirados</strong><br />
(resposta espontânea, 2 citações)</p>
<p>1. Mãe: ………………………………52%<br />
2. Pai: ………………………………..31%<br />
3. Melhor Amigo: ………………..15%<br />
4. Irmãos: ………………………….10%<br />
4. Filhos: …………………………..10%<br />
5. Marido / Companheiro: ……..8%<br />
6. Avós: ………………………………7%<br />
7. Outros parentes: …………….. 6%<br />
7. Ex-Presidente Lula: ………….6%<br />
8. Chefe/Colega de Trabalho&#8230;5%<br />
8. Esposa / Companheira ………5%<br />
8. Tios………………………………….5%<br />
9. Pastores Evangélicos…………4%<br />
10. Namorado (a) ………………….3%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*<strong>Imagem</strong>: <a href="http://www.nossasenhoradefatima.net/" target="_blank">Daqui</a></p>

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		<title>Desafios de uma mãe &#8211; sozinha &#8211; de dois</title>
		<link>http://www.coisademae.com/2012/05/desafios-de-uma-mae-de-dois/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mãe e Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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		<category><![CDATA[experiências]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[graça]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Na comédia romântica ela é engraçadinha. Na novela ela é a descolada. Na vida real é quase uma mulher-polvo. A mãe solteira ou separada, que cuida sozinha de dois ou mais filhos, passa por umas situações pautadas no típico clichê &#8220;se correr o bicho pega, se ficar o bicho come&#8220;. Viajando no carro Fim de semana na casa da vovó!!! A ideia parece linda, pena que vovó more do outro .. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/desafios-de-uma-mae-de-dois/mae-5/" rel="attachment wp-att-2499"><img class="aligncenter  wp-image-2499" title="mae" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/mae1.jpg" alt="mãe criança filho glauciana nunes eduardo luca menino divórcio mãe solteira" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Na comédia romântica ela é engraçadinha. Na novela ela é a descolada. Na vida real é quase uma mulher-polvo. A mãe solteira ou separada, que cuida sozinha de dois ou mais filhos, passa por umas situações pautadas no típico clichê &#8220;<em>se correr o bicho pega, se ficar o bicho come</em>&#8220;.</p>
<p><strong>Viajando no carro</strong><br />
Fim de semana na casa da vovó!!! A ideia parece linda, pena que vovó more do outro lado do estado, no interior do interior. Os quase 500 quilômetros de estrada fazem uma mãe de dois escolher sempre a alta noite para dirigir, afinal é quando os tesouros dormem e ela consegue ter a concentração necessária sem dois vikings se pegando no banco de trás, ou ambos falando ao mesmo tempo, ou o menor querendo a todo custo sair da cadeirinha, ou o maior pedir água 493 vezes. Ocorre que, depois de um fim de semana inteiro dedicado aos filhos, voltar no domingo à noite dirigindo é tarefa quase impossível com a cara limpa. E a mãe de dois sempre apela para a bomba energética Red Bull + Coca-Cola. O efeito é excelente, de fato ela não tem um pingo de sono, mas bebe tanto líquido que precisa parar o carro para fazer xixi durante o percurso. Mas, como faz? Dois bebês dormindo no banco de trás. Se parar no posto os deixa no carro? Não! Acorda as duas feras e vai com elas para o banheiro? De jeito nenhum! Fica com a bexiga estourando e segue viagem? Impossível! O jeito é apelar para o jogo de cintura tão tradicional da mãe solteira de dois: para o carro no acostamento da Castello Branco em plena madrugada, de preferência com as rodas da direita em cima da grama (você saberá o porquê na próxima frase), abre a porta do carona e fica atrás dela para fazer xixi, simulando um escudo contra a cena de filme pornô-escatológico-de-quinta-categoria. Neste momento, esteja certa de que você parou mesmo o carro na grama, senão o líquido, ao bater no asfalto, vai espirrar nas suas pernas. Durante a viagem, repita essa cena mais três vezes. Ah, e se um dia você vir um rolo de papel higiênico no porta-luvas de meu carro, lembrará da perereca no brejo <em>#infame</em>.</p>
<p><strong>Almoçando no shopping</strong><br />
Aí você mora em uma metrópole que, quando chove, só lhe dá opções de fazer programas indoor com seus filhos, a menos que queira mantê-los presos o fim de semana todo no apartamento e ter dois pequenos monstros dispostos a quebrar tudo dentro de casa. Você tem a brilhante e exclusiva ideia de levá-los ao&#8230; ao&#8230; ao&#8230; SHOPPING!!! São Paulo é a campeã no quesito shoppings lotados. É, não foi só você que teve essa ideia genial. Geral corinthiana também. Chegando lá, depois de equilibrar as bandejas de comida, as bolsas e dois gremilins saltitantes até uma mesa apertada, você finalmente senta e começa a controlar o almoço dos dois, enquanto dá uma garfada na sua comida fria. No meio da refeição seu filho mais velho soltará um grito: &#8220;<em>Mamããããããe, quero fazer cocô</em>&#8220;. Nessa hora, você faz o que? ( ) Chora ( ) Foge com o Circo ( ) Liga pro conselho tutelar oferecendo crianças para adoção. Se você se levantar da mesa, as moças da limpeza recolherão as bandejas. Se você não vai ao banheiro, a criatura caga nas calças. Se o manda ir sozinho ao banheiro perde seu filho para um casal sueco-sem-filhos-de-olho-em-crianças-lindas-brasileiras. Nessa hora, você olha para os lados e com cara de Madalena sofredora pede para o pessoal da mesa ao lado &#8220;olhar&#8221; a comida enquanto você pega os dois e leva o cagão fora de hora, digo, seu filho mais velho ao banheiro. O menor vai gritando porque queria continuar comendo e assim vai você controlando aquela grande cagada.</p>
<p><strong>Chegando em casa tarde da noite</strong><br />
Você levou seus filhos a uma festinha infantil em pleno sábado à noite, quando sua banda preferida toca no seu bar preferido da Augusta onde estarão suas amigas preferidas e aquele boy magia preferido. As crianças pularam tanto naquele pula-pula encardido, que quando entram no carro, antes de você colocar a segunda marcha, já estão dormindo. Suados, fedidos, com as meias pretas e a boca com mais açúcar em volta do que bolinho de chuva em tarde fria de domingo. Aí você chega na garagem de seu prédio e tem duas crianças dormindo. Você é só uma! Nessa hora, antes de começar a chorar de desespero, você pensa em todas as alternativas. Pode subir com um e deixar o outro trancado no carro, torcendo para nenhum vizinho ligar para a polícia te acusando de sair pra balada e deixar o filho trancado no veículo. Ou pode acordar um, depois de quase estapeá-lo para que ele acorde do sono profundo em que se encontra e subir com um no colo e guiando outro no chão sonâmbulo, treinando para dublê do &#8220;<em>Um morto muito louco</em>&#8220;. Mas, você usa de seu sorriso de Monalisa para convencer o porteiro a te ajudar a subir com uma das crianças no colo e promete a si mesma nunca mais sair de casa com os dois depois das 7 da noite.</p>
<p>E você aí, mãe de um e que tem um companheiro, achando que sua vida é difícil só porque o bebê gorfou na sua blusa na hora de sair <img src='http://www.coisademae.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>*<strong>Imagem</strong>: <a href="http://weheartit.com/entry/28582323" target="_blank">We Heart It</a></p>

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		<title>A mania dos blogs de mães</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 15:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Nessa semana eu e mais duas mães blogueiras estamos na Revista Pais e Filhos falando sobre nossos blogs maternos.]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/a-mania-dos-blogs-de-maes/paisefilhos/" rel="attachment wp-att-2493"><img class="aligncenter  wp-image-2493" title="paisefilhos" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/paisefilhos.png" alt="" width="483" height="538" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa semana eu e mais duas mães blogueiras estamos na <a href="http://revistapaisefilhos.com.br/sendo-pais/aprendendo-a-ser-pai-e-mae/as-maes-blogueiras" target="_blank">Revista Pais e Filhos </a>falando sobre nossos blogs maternos.</p>

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		<title>Desproteção</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu passei por uma situação muito desagradável. Uma questão objetiva, prática e burocrática, como muitas que temos que enfrentar na vida, mas que despertou o meu pior lado. Aquela face negra, nossa sombra, onde não encontramos o referencial de quem somos e nem o que estamos fazendo no mundo. Dei de cara com a minha total incapacidade de lidar com algumas situações. E, pior, me foi colocado novamente na .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/desprotecao/coruja/" rel="attachment wp-att-2486"><img class="aligncenter  wp-image-2486" title="coruja" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/coruja.jpg" alt="" width="363" height="394" /></a></p>
<p>Hoje eu passei por uma situação muito desagradável. Uma questão objetiva, prática e burocrática, como muitas que temos que enfrentar na vida, mas que despertou o meu pior lado. Aquela face negra, nossa sombra, onde não encontramos o referencial de quem somos e nem o que estamos fazendo no mundo.</p>
<p>Dei de cara com a minha total incapacidade de lidar com algumas situações. E, pior, me foi colocado novamente na fuça que há momentos em que eu me encontro totalmente sozinha. Vez ou outra a vida me lembra que eu não tenho ninguém no mundo por mim em determinadas situações. Não tenho irmãos, meu pai está a 600 quilômetros de distância de mim preocupando-se com sua nova esposa e seu filho bebê, não tenho marido, tenho um ex-marido que não levantaria um dedo para me defender de nada em horário comercial, porque seu trabalho é mais importante do que qualquer coisa no mundo.</p>
<p>Passo pela bizarra situação de ter que pedir &#8220;escolta&#8221; a dois soldados da polícia, na rua, para ir a um local pegar meus documentos e o dinheiro de um serviço não executado, porque eu estou cagando de medo do sujeito dar na minha cara. E, por grande azar, nasci mulher e com 1 metro e 50 de altura. Desprovida de força e com cara de menina chorona de 14 anos, não consigo passar credibilidade nem a uma formiga.</p>
<p>E nesses momentos de dor aguda, de sensação de total desproteção, de me sentir como uma folha solta no meio da ventania, tudo o que passa pela minha cabeça é: eu tenho que ensinar a meus filhos que eles não podem depender de ninguém na vida mesmo. Que eles não podem, não devem, não precisam, não devem querer a proteção de ninguém. Que eles têm de ser seguros o suficiente pra que não sintam essa porra de dor que tá aqui dentro de mim agora.</p>
<p>*<strong>Imagem</strong>: <a href="http://weheartit.com/entry/28387315" target="_blank">We Heart It</a></p>

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		<title>Que todas possamos ser MÃES no Dia das Mães</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 22:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu post especial de Dia das Mães não tem sorteio. Nem é fofo. Não é super feliz. Nem é cute. Ele é realista. E eu falo, sim, o que penso sobre a maternidade, porque é o que eu acredito, é o que eu tentei (e muitas das coisas consegui e estou conseguindo) praticar com meus filhos e é a visão que eu tenho da vida. Se eu estou certa? Se .. ]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/que-todas-possamos-ser-maes-no-dia-das-maes/mae-4/" rel="attachment wp-att-2477"><img class="aligncenter  wp-image-2477" title="mae" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/mae.jpg" alt="mãe criança filho dia das mães glauciana nunes eduardo luca menino" width="384" height="384" /></a></p>
<p>Meu post especial de Dia das Mães não tem sorteio. Nem é fofo. Não é super feliz. Nem é cute. Ele é realista. E eu falo, sim, o que penso sobre a maternidade, porque é o que eu acredito, é o que eu tentei (e muitas das coisas consegui e estou conseguindo) praticar com meus filhos e é a visão que eu tenho da vida.</p>
<p>Se eu estou certa? Se eu sou melhor mãe que você? Se você se sente menos mãe quando me lê? Se eu mexo com suas rejeições e disparo em você crises de baixa auto-estima? Se eu me acho a mãe mais perfeita, organizada e carinhosa do mundo?</p>
<p>Provavelmente a resposta para todas as perguntas seja NÃO! Eu não sou melhor do que ninguém, mesmo porque esse juízo de valor em uma questão tão subjetiva quanto ser mãe não dê para ser qualificada em melhor ou pior. Sabemos que existem fatos não aceitáveis, como a violência física ou moral, por exemplo. Por isso, mães-linha-dura, tentem deixar o escudo de lado ao ler esse meu texto. Novamente: eu não pretendo catequizar ninguém, mas queria que mais pessoas pudessem sentir essa coisa boa que eu e meus filhos sentimos quando nos entrelaçamos por inteiro.</p>
<p>Eu não acredito nos jargões divulgados por aí que &#8220;<em>filho vicia em mãe</em>&#8220;, que &#8220;<em>parar de trabalhar é obsessão</em>&#8220;, que &#8220;<em>criança precisa de independência e não ser grudado na mãe&#8221;</em>. Eu acredito, sim, que tudo o que um bebê de até 1 ano precisa é colo de mãe, leite materno e carinho. Esses três componentes são fundamentais para esse início de vida. É preciso essa atenção exclusiva, essa dependência, para que sejam independentes no futuro.</p>
<p>Até os 7 anos é quando a criança está formando o seu caráter e sua personalidade e durante os dois primeiros anos é quando a mãe é o seu espelho do mundo. É pelo olhar da mãe que a criança enxerga o mundo, pois o mundo dela é a mãe. É sentindo-se amado, acalentado, acalmado e ninado que o bebê construirá seus padrões de segurança para a vida toda. E quem dá isso? A mãe!</p>
<p>O que as pesquisas dentro do ambiente doméstico estão revelando, há tempos, já vem sendo comprovado em laboratórios. O ratinho que sempre conviveu com a mãe, quando afastado do ninho, mesmo com olhos fechados consegue encontrá-lo. O que foi separado da mãe fica completamente desorientado, sem saber para onde ir. “<em>Uma redução dos comportamentos afetivos, no início da vida, desencadeará na idade adulta uma redução da capacidade de formar vínculos</em>”, destaca o neurocientista Aldo Lucion, da UFRGS. As imagens mostram que os ratinhos privados do amor materno tiveram uma redução de até 50% nos neurônios, justamente na área do cérebro que é responsável pelas relações afetivas.</p>
<p>Eu defendo e prego a mamiferização das relações mãe-filho. Porque raios, nesses tempos modernos, forçam-nos a deixar de lado os nossos instintos de fêmea, progenitora, parideira? Nós, mulheres, que não à toa nascemos com útero, ovários e mamas, deixemo-nos levar pela incalculável beleza de ser mãe. Gerar, parir naturalmente – sem a interferência desnecessária dos homens -, alimentar nossa própria cria, lambê-los, porque não, como fazem os animais com seus filhotes, aconchegar embaixo de nossas asas, amar. Porque não nos deixar agir como fêmeas que somos? Façamos o delicioso exercício da maternidade. Mas, essa maternidade ativa, distante do senso comum, surda aos apelos profissionais e dos desejos efêmeros. Porque isso é coisa mais linda da vida. Ou melhor. Isso é a própria vida!</p>
<p>Biologicamente temos uma anatomia feita para isso. Nascemos com útero, ovários e mamas para gerar, parir e alimentar nosso próprio filho. Culturalmente, fomos programadas para sermos mulheres. Isso que tanto assusta as discípulas das incendiadoras de sutiã: casar, ter filhos, zelar pela casa, pelas crianças, pelos maridos. Sempre foi assim na história. Os homens saem para caçar, provendo o material, e a mulher fica, cuidando da prole e da casa, mantendo o emocional em ordem. Sem falar socialmente, em que a mulher está inserida em todas as nacionalidades como ser mais emocional, cuidador. Não à toa os ditados que pipocam por aí – “por trás de um grande homem há uma grande mulher”, “rainha do lar”, dentre outros.</p>
<p>Enfim, eu acredito que a mulher nasceu para ser mãe. Nasceu para cuidar. Nasceu para se dedicar. Lógico que aqui estou radicalizando em apenas um lado, deixando – de propósito – todos os nossos outros papeis. Isso é para elucidar meu ponto de vista. Então, aquela que deixa se filho de 4 meses 12 horas em uma escolinha, em algum ponto, está se fazendo mal também. Está indo contra seus instintos, contra aquilo que foi &#8220;preparada&#8221; para fazer. É claro que há situações muito particulares, de muita necessidade. Mas, se nos propormos a, no mínimo, pensar sobre isso já é um bom começo.</p>
<p>Para mim esse é o modelo de maternidade. Para mim e meus filhos é assim que é ser mãe, porque para nós não existe outro modelo. Acho que não existe receita, modo de fazer ou comportamento igual. O que eu acho é que alguns instintos são intrínsecos a todas nós, mulheres, e que só temos que nos conectar com o sagrado que há em nós para que eles sejam disparados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*<strong>Imagem</strong>: Arquivo Pessoal</p>

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		<title>Minha seleção musical no blog da Cavalera</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 20:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana do Dia das Mães eu fui convidada para participar da sessão Jukebox do blog da Cavalera. Selecionei as cinco músicas que não saem do meu iPod nos últimos tempos. Pra ser sincera, eu queria era colocar tudo Chico Buarque, mas ficaria sem criatividade nenhum, né não?!?! Então, diversifiquei um pouco]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/minha-selecao-musical-no-blog-da-cavalera/cavalera_blog/" rel="attachment wp-att-2472"><img class="aligncenter  wp-image-2472" title="cavalera_blog" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/cavalera_blog.png" alt="cavalera roupa moda glauciana nunes eduardo luca música tom jobim vinícius de moraes toquinho miúcha faith no more beatles" width="508" height="553" /></a></p>
<p>Na semana do Dia das Mães eu fui convidada para participar da sessão <a href="http://www.cavalera.com.br/blog/?p=8516" target="_blank">Jukebox</a> do blog da Cavalera.</p>
<p>Selecionei as cinco músicas que não saem do meu iPod nos últimos tempos. Pra ser sincera, eu queria era colocar tudo Chico Buarque, mas ficaria sem criatividade nenhum, né não?!?! Então, diversifiquei um pouco <img src='http://www.coisademae.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

]]></content:encoded>
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		<title>Pelos meus filhos faço coisas nunca antes imaginadas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 15:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauciana Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem me peguei em uma situação e fiquei pensando nas coisas que fazemos por nossos filhos, assim, sem titubear, de coração aberto, sem pensar em nós, apenas para satisfazer seu bem-estar. Eduardo foi direto da escola com o transporte para a casa de uma amiga, junto com toda a turma da classe. A mãe da amiguinha combinou previamente conosco que faria uma festa à fantasia e que poderíamos buscá-los por .. ]]></description>
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<p style="text-align: left;"><a href="http://www.coisademae.com/2012/05/pelos-meus-filhos-faco-coisas-nunca-antes-imaginadas/mae-3/" rel="attachment wp-att-2461"><img class="aligncenter  wp-image-2461" title="mae" src="http://www.coisademae.com/wp-content/uploads/2012/05/mae.png" alt="" width="398" height="265" /></a><br />
Ontem me peguei em uma situação e fiquei pensando nas coisas que fazemos por nossos filhos, assim, sem titubear, de coração aberto, sem pensar em nós, apenas para satisfazer seu bem-estar.</p>
<p>Eduardo foi direto da escola com o transporte para a casa de uma amiga, junto com toda a turma da classe. A mãe da amiguinha combinou previamente conosco que faria uma festa à fantasia e que poderíamos buscá-los por volta das 21 horas.</p>
<p>Saí de meu trabalho às 18h30 e quando cheguei para pegar Luca na escolinha ele estava dormindo. Meus planos foram por água abaixo. Como Eduardo ficaria na casa da amiga até mais tarde, pensei em curtir um tempo meu só com Luca, já que quem tem mais de um filho e não tem marido raramente consegue ficar sozinha com apenas um deles. Aí, coloquei o pequeno dorminhoco dentro do carro e fiquei sem saber o que faria, perdida no meio da rua escura e fria.</p>
<p>Se fosse pra casa, teria que tirá-lo do bercinho quente para buscar Eduardo mais tarde. Se ficasse na rua, ficaria fazendo o que com um bebê dormindo dentro do carro? Se o acordasse e fosse para a casa da amiga de Eduardo, ele ficaria irritadíssimo, pois parecia estar em um sono profundo.</p>
<p>Na hora, claro, pensei no óbvio: vamos contar com o papai. Falei com ele se poderia buscar Dudu e levá-lo em casa mais tarde, já que tanto seu trabalho como a academia onde treina ficam perto da casa da coleguinha. Ríspida e secamente me disse que não dava. Perguntei se estava na empresa, disse não. Perguntei se estava na academia, disse não. Só podia estar na piriguetagem, fato! Fiquei puta e pensei no plano B. Afinal, uma mãe dixxxcolada tem cartas na manga. Anotem essa! Liguei pra mãe de um dos amiguinhos se ela não poderia dar uma carona para Eduardo chegar em casa: fail novamente. Ela iria junto com outra mãe e não sabia se a moça toparia.</p>
<p>Pois bem, não havia outra opção. Lá fui eu para a casa da amiga, estacionei meu carro em frente ao prédio e fiquei plantada dentro do veículo esperando Eduardo se divertir e velando o sono de Luca. A espera foi longa: 1 hora e meia ali, sem fazer nada, cansada depois de uma segunda-feira de muita produção no trabalho, sem jantar, sem tomar banho, apertada pra fazer xixi, com a lente de contato ardendo os olhos, sem poder falar no telefone senão acordava o pequerrucho, sem acessar à Internet porque o 3G estava com sinal fraco. Enfim, esperando. Simplesmente esperando.</p>
<p>Como mãe, apenas segui meus instintos de deixar que meus filhos fizessem, naquele momento, o que queriam. E dei um jeito de fazer com que ambos ficassem bem: que Eduardo curtisse sua festinha com os amigos até o horário combinado e que Luca dormisse seu soninho tranquilo sem sobressaltos.</p>
<p>Depois, quando finalmente consegui tomar um banho, comer alguma coisa e me sentar no sofá já passava das onze da noite. Porque chegar em casa implica em tirar duas crianças do carro, com um dormindo no colo, pegar mochilas, bolsas, brinquedos, deixar a chave cair no chão, gritar com o maior para que ele não corra na garagem que tem carro vindo, empurrar a porta do veículo com o pé, equilibrando o bebê e as mochilas no braço, e tentando não fazer barulho para não acordar a criaturinha.</p>
<p>Revendo a cena em minha cabeça depois, cansada, destruída, largada no sofá, sem coragem pra ler ou escrever uma linha, sorri feliz por me permitir fazer isso a meus filhos. Não, não foi nada demais. De fato, foi super tranquilo buscar uma pessoa e esperar no carro. É bem simples mesmo. Mas, o entorno todo é que me faz refletir. Quando que antes de ser mãe eu imaginei que em uma segunda-feira eu ficaria assim &#8220;à mercê&#8221; de duas criaturas de menos de cinco anos? E me lembrei de como eu era egoísta antes de ser mãe. Como me doava pouco para as pessoas. Como pensava que o universo girava em torno de meu umbigo. Em como eu me achava a última trakinas do pacote.</p>
<p>E que sorte a minha por esses dois presentes terem chegado em minha vida e me transformado tão profundamente. Que bom que por eles &#8211; e com eles &#8211; eu vejo que é possível passar por cima de nossos desejos só para ver um sorriso feliz ou um sono tranquilo.</p>
<p>*<strong>Imagem</strong>: <a href="http://www.flickr.com/photos/30002654@N02/3966591148/lightbox/" target="_blank">Daqui</a></p>

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