Coisa de Mãe
18 fev 2014

Pic nic na praia: garantia de bom momento (econômico) em família

Post por Glauciana às 13:02 em Brastemp-Finish

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Houve um tempo em que eu realmente acreditei que quase toda forma de lazer estava atrelada ao dinheiro e, com a falta dele, não seria possível nem sair de casa. Com essa mudança de vida que fiz há exato um ano, saindo de São Paulo e metendo as caras no litoral norte da Bahia, percebi que tudo pode ser diferente, mesmo tendo crianças e, assim, com gastos maiores do quando solteiros ou apenas casais sem filhos.

Meu ciclo de trabalho foi muito reduzido aqui, justamente por que essa era a proposta: trabalhar menos e ficar mais mãe de meus filhos, cuidando deles em tempo integral em casa. Assim, a receita também diminuiu muito. Com isso, vieram os perrengues financeiros. A parte boa é que eu aprendi que dá pra curtir a vida e ter momentos de lazer, sim, mesmo sem grana.

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Uma das atividades que a gente mais gosta de fazer aqui é… ir pra praia! Claro, moramos num litoral paradisíaco, no qual muitas pessoas trabalham o ano inteiro para poderem passar uma semana anual de férias aqui. Para nós, essa praia está a poucos quarteirões de casa. Há ainda as outras, que ficam próximas, com fácil acesso de carro ou ônibus.

O problema é que no início, quando chegamos aqui, eu ainda atrelava tudo à dinheiro. Então, quando não havia um tostão furado no bolso a gente não ia à praia. Eu pensava “como passarei algumas horas na praia e não poderei comprar água, suco e comidinhas pros meninos?”.

Aí que comecei a usar a criatividade e, em um dia de muito calor, inventei o pic nic na praia. Isso mesmo, fiz a maior graça com os meninos, enchendo-os de expectativa. Preparamos juntos o menu de nosso pic nic, fomos juntos ao supermercado e compramos os produtos, montamos a cesta e fomos para Itacimirim, uma praia linda, com piscinas naturais incríveis, bem pertinho de Imbassaí, onde moramos.

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A ideia deu tão certo, já que Eduardo e Luca fizeram um amigo naquele dia na praia e o convidaram para o tão esperado pic nic. O pai do amigo, por fim, chegou até nós oferecendo uma garrafa de suco integral de uva e barrinhas de cereal e acabou se juntando a nós (eu e Vinícius) no bate-papo, enquanto as crianças se esbaldavam de comer. Até os meninos se lembram com entusiasmo do dia do pic nic na praia.

Neste dia eu aprendi que a gente pode, sim, fazer passeios e ter lazer mesmo com pouco dinheiro. Basta usar a criatividade. Nós desembolsamos uma pequena quantia comprando os alimentos no supermercado e passamos um dia inteiro na praia, com uma experiência super legal para nós e as crianças, além de propiciar uma refeição mais saudável que as barracas lotadas de fritura oferecem.

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Aí eu entendi que os pequenos momentos em família, com os filhos, são especiais. Que a vida acontece diariamente e que não precisamos de grandes eventos para sermos felizes. Um simples pic nic na praia, no nosso caso, ou no parque para quem não mora no litoral, é um momento de integração com a família, de bater papo, de brincar, de conversar, de gastar tempo de qualidade com as pessoas que a gente ama. Tente você também. Use a criatividade. Planeje seu passeio econômico e divirta-se com sua família.

Este post faz parte da parceria que fechei com Brastemp e Finish. Agora, como tenho uma máquina lava-louças e, portanto, não preciso mais lavar a louça na mão, tenho mais tempo para me dedicar a fazer atividades legais, tanto individuais como com minha família. 

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17 fev 2014

Como aproveitar o tempo com seu filho? Faça arte!

Post por Glauciana às 14:32 em Decoração, Diversão

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Sei que as férias acabaram, mas ainda assim as crianças estão em casa meio período, pelo menos aqui em casa, já que estudam de manhã. E a tarde é longa o suficiente pra gente ter que se virar nos 30 pra arrumar atividades pra eles, já que se cansam de ficarem soltos brincando pelo quintal. E para quem vive em apartamento o desafio é ainda maior para que eles não fiquem entendiados.

Aí que eu achei uma atividade artística BBBB (boa, bonita, barata, bacana) pra fazer com os pequenos. E que ainda vira um objeto de decoração pra sua casa. É um painel de colagem de papel. Simples, muito simples. Basta escolher umas folhas coloridas de papel, que pode ser cartolina ou qualquer outro papel com mais gramatura, ou seja, mais rígido, e cortar as bolas, de preferência com o furador (pra ficar tudo certinho. com a tesoura é muito difícil fazer círculos…rs).

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O passo seguinte é marcar com uma régua onde as bolinhas de papel serão coladas na folha maior, que é melhor que seja branca pra dar destaque nos pedaços coloridos que vão compor o painel.

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Depois é hora de colar os papeizinhos nas marcações que foram feitas à lápis.

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E pronto, simples, prático, fácil e rápido. Depois, o ideal é colocar em uma moldura e pregar na parede. Uma arte pra decorar a casa, que a criançada fez junto. Bacana, não?!?! Em breve vamos tentar fazer aqui em casa. Aí eu mostro o resultado pra vocês :)

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13 fev 2014

Passeando por Inhotim com crianças

Post por Glauciana às 16:30 em Brastemp-Finish

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As férias deste ano, que acabaram há pouco, foram especiais para mim e os meninos. Eles passaram por Assis e Bauru, no interior de São Paulo, onde ficaram um tempo com as duas vovós. Também aproveitaram o papai na capital e depois em um hotel fazenda. Tivemos momentos juntos de férias e separados, o que eu considero bom pra todo mundo, já que eles e eu precisamos ter as nossas experiências individualmente.

Uma das viagens que fiz foi para a belíssima Belo Horizonte. Perdoem-me o clichê, mas de fato a capital mineira é um encanto. Além disso, pelos arredores há muita coisa bacana pra ver e fazer. Pertinho dali, a 60 Km, em Brumadinho, fica o Instituto Inhotim, que abriga em um espaço aberto imenso com galerias de arte contemporânea.

E engana-se quem pensa que esses locais são apenas para adultos. Como eu estava sem meus filhos, que passeavam com vovó Joana em Assis, eu tive a experiência de provar aquilo tudo (sim, por que Inhotim a gente experimenta com todos os sentidos) com minha afilhada Catarina, a Nina, de dois anos, e Cauê, seu irmão, de seis.

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O passeio, que durou um dia inteiro, inclui passeios por uma área verde gigante, sensações diversas ao entrar ou apenas passar pelas galerias de arte, que incluem uma arquitetura arrojada, telas, esculturas, espaços interativos e outras formas de arte, até comidinhas deliciosas que a gente foi encontrando por todo o Instituto. Eu e Sofia, minha amiga de infância e comadre, não dispensamos a piada: Disney pra quê? :)

Galeria Cosmococa, de Hélio Oiticica
Desde que chegamos à Inhotim, Cauê, que já tinha ido antes com a família, pediu para irmos ao “lugar que ele mais gostava”. E ficou repetindo o dia todo. Depois de percorrer um bom trecho, chegamos finalmente ao que ele tinha falado. E, de fato, Cauê estava certo. Hélio Oiticica acertou em cheio no espaço, que agrega cinco salas totalmente lúdicas e sensoriais. Em um delas há imensos colchões de espuma, almofadas e bolas macias pra gente pular, deitar, se jogar, brincar, enquanto imagens são projetadas nas paredes e no teto. Depois de cansar (ufa!) nesta sala, você pode ir pro lado e se jogar (literalmente!) em uma piscina azulzinha. Eles até fornecem toalha gratuitamente. Se cansou nessas duas experiências, pode se dirigir para o espaço ao lado e deitar em uma das várias redes coloridas penduradas, enquanto escuta música. Ainda é possível entrar sem calçado em uma sala com baixa iluminação, de chão muuuuuito liso e irregular, e brincar com os muitos balões cheios que estão soltos. De cara levei um tombão de bumbum no chão e Cauê deu muita risada da Dinda toda espalhada. Confesso que passar por essa experiência com eles ampliou meu conceito de arte, como aquilo que expressa o que a gente sente e faz sair de dentro sensações que podem estar adormecidas, como esse lado criança que a gente vai perdendo ao longo da vida adulta.

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Desvio para o Vermelho e Através, de Cildo Meireles
Uma das galerias que eu mais gostei e que as crianças experimentaram à vontade é o Desvio para o Vermelho. Com três ambientes articulados entre si e que fazem parte da mesma obra, é possível percorrer esse espaço, que é uma  casa com objetos vermelhos. E é tuuuuuudo vermelho. As paredes, a decoração, os objetos, os móveis. De fato, a cor forte fica impregnada na mente e no olhar. Um deleite, confesso. As crianças piraram, olhando de um lado pro outro, abrindo armários, portas e geladeira, pra descobrir o que mais de vermelho teria ali. Quando a vista cansa de tanta cor, a gente vai pra sala do lado, que é a Através, e tem uma experiência totalmente diferente. Ali, tudo é transparente, quase sem cor, com objetos frios, ásperos, pontiagudos, cortantes. Um formato labiríntico, em que vamos andando sobre cacos de vidro e passando por barreiras de arames farpado, cercas cortantes. A sensação é a de que estamos constantemente transpondo barreiras. Inevitável a analogia com os desafios de nossa própria vida.

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Paisagismo, trilhas e jardinagem
A parte botânica de Inhotim é simplesmente impecável. Uma imensa área verde, com grama, flores exóticas, paisagismo cuidado, plantas medicinais, árvores centenárias. Um lago que recebe uma coloração azul-esverdeada, animais soltos em meio ao Instituto. Em 2010 recebeu a chancela de Jardim Botânico, atribuída pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB) e, desde então, desenvolve também ações de educação ambiental. Passar um ou mais dias com crianças neste cenário é maravilhoso, por que eles estão integrados à natureza, caminhando, exercitando-se, descobrindo e brincando.

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Alimentação
Comer e beber em Inhotim é uma delícia. Um tanto caro pro meu bolso, mas gostoso. São dois restaurantes, o Tamboril (com a opção de buffet livre ou a la carte) e o Oiticica (buffet a quilo). Ambos têm preços salgados, na minha opinião (no caso pobreza mesmo….rs). Tem o Bar do Ganso, com petiscos, bebidinhas e comidinhas. Tem o Café do Teatro, onde comemos, com salgados, sanduíches, pães e bolos artesanais. Não é o ideal com crianças, por que não oferece comiiiiida mesmo, mas foi o que escolhemos fazer, mesmo por que não queríamos perder tempo comendo em um restaurante e nem gastar tanto dinheiro. Há uma pizzaria com vista para o parque e ainda algumas lanchonetes espalhadas. Reza a lenda (e no site também tem essa informação), que perto da galeria da Adriana Varejão (incrível, diga-se de passagem) tem um cachorro-quente no jardim, com espaço super legal de mesas e bancos para piquenique. Porém, quando fomos estava fechado, que pena, pois seria uma delícia fazer essa refeição com os pequenos.

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Transporte Interno
Tanto o Instituto como eu recomendamos que a visitação seja feita à pé, pois é a forma mais bacana de se apropriar do espaço, de se integrar à natureza e de sentir Inhotim. Entretanto, com criança talvez isso seja cansativo, aí existe a possibilidade de usar o transporte interno, que é um carrinho elétrico, pelo custo de R$ 20,00 por pessoa (crianças até 5 anos não pagam) e uma rota pré-determinada. Também há a opção de ter um carrinho com motorista durante todo o dia, fazendo o percurso que quiser, mas aí o preço é sob consulta e eu não sei…rs. Enfim, Inhotim é uma experiência maravilhosa pra se fazer em família. Programe uns dois dias de suas próximas férias lá e leve seus filhotes pra essa imersão de arte, cultura e natureza. Em breve quero chegar lá com os meus, que merecem muito ter esse momento.

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Serviço

Instituto Inhotim
Onde:  Brumadinho (60 Km de Belo Horizonte)

Funcionamento do Parque:
Terça à sexta-feira, das 9h30 as 16h30.
Sábado, domingo e feriado, 9h30 às 17h30

Ingresso:
Terça-feira (exceto feriado): entrada gratuita
Quarta e quinta-feira: R$ 20,00
Sexta, sábado, domingo e feriado: R$ 30,00 Meia-entrada:
Crianças de 6 a 12 anos, idosos acima de 60 anos, estudantes identificados, funcionários da Vale, assinantes credenciados jornais Estado de Minas, Hoje em Dia e O Tempo.

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Este post faz parte da parceria que firmei com Brastemp e Finish. Agora, como tenho uma máquina lava-louças e, portanto, não preciso mais lavar a louça na mão, tenho mais tempo para me dedicar a fazer atividades legais, tanto individuais como com minha família.

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13 fev 2014

Voltei. De novo

Post por Glauciana às 00:11 em Devaneios de Mãe

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Ando arisca com a redação, confesso. Normal. De tempos em tempos me dá esse revertério, quase que como uma entresafra criativa. Falta vontade pra ler, pra escrever, pra trabalhar. Faltam-me essas vontades todas constantemente.

Mas, graças aos deuses da vida e da fluidez, elas voltam assim, num passe de mágicas, até mesmo quando já se acha cansada, depois de colocar os filhos na cama e tudo que ser quer é apenas televisão e roteiro requentado de novela das nove com protagonista com nome de heroína grega. E os meios podem ser os mais diversos, até aquela amiga querida da faculdade, que não se vê há muito, te enviar um link com textos maravilhosos. Pronto, a inspiração brotou novamente. “Ai, que vontade de escrever, de soltar as linhas tortas da cabeça e deixá-las retas no papel“.

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E então senti vontade de escrever de novo. E olha que me culpei por ter parado de escrever. Eita mania essa minha de me cobrar tanto a usar as velhas roupas, de ser sempre a mesma. Eu, justo eu, que gosto tanto das mudanças, me sinto, por vezes, tão apregoada ao de sempre, cobrando-me por mudar. As mesmas velhas queixas de sempre, os mesmos pensamentos. Então, será que karma é karma até o fim da vida? E que vida? Esta terrena? Livrai-me, Deus, de carregar essas tranqueiras pesadas além-crosta.

Quero deixar sair, deixar ir embora, que nem chegue. Que o diabo que lhes carregue. Essas correntes autoamarráveis a pés de moça. Tô fora! Quero mais é esvaziar tudinho pra que se encha de novo. Deixar que as velhas crenças saiam fora pra que outras novinhas em folha entrem e façam harmonia com os novos sons que eu tiver pronta pra ouvir.

Sei que estou no caminho. Ele é árduo e lento, mas estou andando. A velocidade só depende de mim. Eu não sei para onde ele leva, mas nem preciso saber, por ora. Eu sei que ele vai desembocar no que eu quero, no que eu mereço, no que é bom para mim e meus filhos. Então, só faço andar. Ainda resmungo de cansaço, encho o saco da monotonia do percurso, noutras vezes acho tudo rebuliçado demais. Mas, tudo bem, aceito essa minha característica inconstante, mas já estou pronta também para deixá-la pra trás, à beira da estrada.

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E assim estou caminhando. Com meus filhos à tiracolo. Eles são as minhas melhores companhias. As que mais me cansam também. E inversamente proporcional as que mais me motivam a caminhar. Juntos rimos, choramos, brigamos, convivemos, comemos, dormimos. Juntos vamos aprendendo, acho que muito mais eu do que eles, a dura lição de que é preciso caminhar, simples assim, caminhar. E um passinho atrás do outro, mesmo quando a trilha não esteja aberta mata adentro.

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10 fev 2014

Como escolher a melhor fralda para seu bebê

Post por Glauciana às 18:19 em Crescimento dos Filhos

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Tanto Eduardo quanto Luca “demoraram” um tanto para deixar as fraldas. Gosto de usar o termo demorar assim mesmo, entre aspas, por que eu não acredito que exista demora no desenvolvimento de seres humanos, apenas movimentos, que acontecem sucessivamente quando têm de acontecer. Respeito e aceito a ordem dos fatos, conforme eles vão rolando.

Bom, justamente por que eles ficaram vários anos usando fralda, eu tive de fazer boas escolhas, por que a gente sabe o quanto a fralda pode ser a salvação da lavoura, principalmente à noite, ou um tormento, com fraldas que deixam o xixi vazar.

Portanto, pensei em fazer uma lista dos itens a observar para a escolha da melhor fralda para seu bebê:

  • Experimentar e perceber se não dá alergia à pele do bebê
  • Prestar atenção se as barreiras não apertam as perninhas da criança
  • Ter a certeza de que ela aguenta o fluxo de xixi, sobretudo à noite, não vazando
  • Ter a garantia de que é confortável e permite a fácil movimentação dos pequenos

Esse último item chamou a nossa atenção aqui em casa esses dias, por que Luca viu na TV a publicidade da marca Huggies, Up&go sobre a fralda que veste como roupinha, e se encantou com o bebê chamado de Tatu Bolinha. Agora, ele vive se arrastando e rolando pelo chão, imitando o Tatu Bolinha.

Comprei a versão Huggies Proteção Veste Fácil outra versão de fralda roupinha de Huggies, a fralda está aprovada, pois ela é fácil de vestir – não tem o adesivo colante ao lado, é uma peça única, que você veste na criança, daí seu nome Veste Fácil, como se fosse uma roupinha. Com esse formato, ela não atrapalha a movimentação de seu bebê, permitindo que ele se expanda livre, principalmente naquela fase de engatinhar ou andar. Aqui em casa está aprovada, mesmo por que Luca já é grande e se mexe demais ;)

Veja mais sobre a Huggies Proteção Veste Fácil aqui.

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04 fev 2014

Participando da feira orgânica e ajudando a escola de meus filhos

Post por Glauciana às 18:50 em Brastemp-Finish

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Este 1 ano na Bahia tem um nome: descobertas! Eu descubro e redescubro muitas, muitas coisas, a cada dia. Desde que tomei a decisão de sair de São Paulo, e uma vida extremamente corrida e pautada no consumo desenfreado, para fixar moradia no litoral norte da Bahia, tenho aprendido como é que se vive com menos dinheiro, comprando menos coisas, reaproveitando outras e experimentando uma forma, até antes, inimaginada de viver.

Descubro como é viver com mais tempo, dedicando-me mais a mim, a meu trabalho, a meus filhos e a minha casa. Redescubro a delícia de como é viver novamente “casada”, já que há alguns meses Vinícius, meu então namorado, veio viver conosco em família e não só assumiu o nosso amor, mas também Eduardo e Luca como seus filhos. E vivencio a maravilha que é desempenhar o meu papel como cidadã e uma pessoa atuante socialmente na comunidade onde moro.

A descoberta da vez foi que também sei ser vendedora! Eu, que sempre trabalhei em escritório na área de comunicação (jornalismo e redes sociais), me vi num novo lado, o comercial, uma aptidão que eu nem sabia que tinha. O feito aconteceu na Feirinha Orgânica, que acontece toda semana na escola Casa da Mata, onde meus filhos estudam. Aos sábados, das 8h às 12h30 acontece essa feira, que funciona como um espaço de trocas culturais e comercialização de produtos orgânicos e artesanais (vegetais, hortaliças, frutas, geleias, pães, bolos, compotas), além de livros, DVDs, brinquedos educativos e outras coisas.

Quase todos os sábados eu estou doando minhas manhãs para a feirinha, sendo a responsável pela barraca do artesanato produzido pelas professoras, cujo valor das vendas é todo revertido para a escola, que é mantida de forma comunitária e por várias fontes (contribuição dos pais, ajuda da prefeitura e da iniciativa privada, de empresários locais e por renda que vem de eventos que organizamos).

Ali, eu me especializo como vendedora, desenrolando um lado meu que eu achava não ser nada competente, confesso. Mas, mais legal que isso é poder contribuir com algo em que eu acredito e dar o exemplo a meus filhos. Junto comigo, em todos os sábados, enquanto eu trabalho na feirinha da escola, eles brincam com outras crianças, fazem oficinas de pintura, música e aquarela e também me ajudam na organização e limpeza do espaço. Não só estou desempenhando o meu papel como cidadã, mas também mostrando para Luca e Eduardo, na prática, que eles também devem fazer isso desde cedo. Eu, que sempre sonhei em poder oferecer mais ao mundo, devolvendo um pouco de tudo aquilo de bom que Deus me dá, hoje posso desenvolver aqui em Imbassaí, mais especificamente na Casa da Mata. Ahhhh, e também só consigo fazer isso, por que dei adeus à pia cheia de louça e agora coloco os utensílios na lava-louça que Brastemp e Finish me deram de presente. Assim economizo tempo e posso fazer coisas legais na vida :)

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Este post faz parte da parceria que firmei com Brastemp e Finish. Agora, como tenho uma máquina lava-louças e, portanto, não preciso mais lavar a louça na mão, tenho mais tempo para me dedicar a fazer atividades legais, tanto individuais como com minha família. 

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02 fev 2014

Um quarto de meninas que é pura fantasia

Post por Glauciana às 02:28 em Decoração

Aqui em casa eu tive de retirar todos os brinquedos das crianças do quarto, senão a gurizada não dormia. Muito estímulo, pouco sono. Mas, houve um tempo, até por falta de espaço, que os brinquedos viviam no mesmo espaço deles dormirem.

Aí, passeando pela internet, encontrei fotos de um quarto de meninas que é a coisa mais linda do mundo. Todo recheado de cores, bonecas, miniaturas, quadros, brinquedos fofos. Um encanto! De fato um lugar delas, das irmãs, com a cara delas, sem tirar nem por.

Veja aí as fotos e inspire-se! :)

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15 jan 2014

Uma tarde na escola de meus filhos

Post por Glauciana às 04:16 em Brastemp-Finish

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Uma grande inquietação sempre esteve dentro de mim e eu, até então, não sabia ao certo como resolver e nem por onde começar. Sentia que precisava fazer algo para meus semelhantes, colocando em prática os ensinamentos que aprendo diariamente em minha doutrina espiritual. Não bastava ser ativista online, pregando uma maternidade com mais vínculo. Era preciso fazer mais, de forma mais concreta. E não por acaso esta mudança de São Paulo para Bahia me permitiu isso.

Quando escolhi morar em Imbassaí, que fica ao lado da Praia do Forte e era a minha primeira opção, eu não sabia que aqui havia uma escola que eu sempre sonhei para meus filhos. Ao vir para cá alugar a casa, há exato 1 ano, eu descobri a escola Casa da Mata, que segue a pedagogia Waldorf, mas não era uma realidade para nós, devido aos altos custos das escolas dessa linha em São Paulo.

Pois em Imbassaí há uma Waldorf perfeita! E eu sou tão grata à Casa da Mata, não só por ter me dado a oportunidade de colocar meus meninos lá, mas também por me abrir as portas e eu poder, pela primeira vez, fazer algo de bom – e que acredito – para transformar a sociedade. Isso só está sendo possível por que Rudolf Steiner, quem fundou esta pedagogia, defende que a escola deve ser construída diariamente pela integração total de professores, pais e comunidade.

Um ponto que também vale salientar é que antes, na capital paulista, eu não tinha como me dedicar de corpo e alma a algum projeto voluntário, por uma coisa muito simples: eu não tinha tempo. Uma carga horária puxada de trabalho, muito tempo perdido em deslocamentos engarrafados e longas distâncias a serem percorridas, além dos trabalhos com a casa e as crianças engoliam todo o meu dia. E aqui na Bahia, por termos um estilo de vida mais slow e também por Brastemp e Finish terem me dado uma mãozinha (me presenteando com uma lava-louça e eu poder dar adeus a esse tempão gasto na cozinha), me sobram horas para semanalmente me doar à Casa da Mata.

Um dos eventos mais bacanas que aconteceu lá e que me tocou muito foi uma tarde em que nós, os pais, fomos convidados a estarmos com nossas crianças, vivenciando um dia de atividades deles. Na ocasião, enquanto os pequenos estavam numa brincadeira dirigida pelas educadoras, outras estavam com os adultos, “ensinando-nos” a fazer uma salada de frutas (já que na Waldorf tudo é feito por todos. Não tem aquela história do lanche estar pronto, no pratinho. As crianças preparam, junto com as professoras, seus alimentos e colocam-nos à mesa, tendo um aluno escolhido ajudante do dia). A salada de frutas seria para receber uma turma de alunos, da mesma idade de nossos filhos, da escola municipal, em frente à Casa da Mata.

Para mim, foi uma tarde especialmente tocante. Mas, por que afinal, estar numa escola pode me fazer tão bem? E de que forma eu estou ajudando o próximo? Há muito significado neste simples evento. O primeiro é a união dos pais na vida escolar dos filhos. Estando ali, com nossas crianças, fazendo o que eles fazem na escola, participando da roda de música deles e lanchando junto estamos mostrando a nossos filhos que “nós te damos atenção. Nós participamos de suas vidas. O que vocês fazem é importante para nós“, fazendo-os se sentirem especiais e, de fato, indivíduos.

Além disso, neste tipo de encontro a gente pode se aproximar dos outros pais, conhecendo gente muito bacana, estreitando laços e criando vínculos com quem pensa, em geral, da mesma forma que nós. E, por último, mas não menos importante, dedicamos atenção a um grupo de crianças muuuuuito carente. Os alunos da escola municipal daqui são, em sua maioria, de famílias extremamente defasadas financeiramente e não recebem, no colégio, a atenção que merecem do professor, já que em cada sala há uma quantidade excessiva de alunos, impossibilitando o educador de ter uma proximidade maior com cada aluninho.

Passar um período na escola de meus filhos, junto com meu marido, estreitou ainda mais o nosso vínculo com a Casa da Mata, fazendo, de forma concreta, a escola ser nossa! Poder dedicar amor e carinho brincando com crianças carentes do material e dos vínculos afetivos me faz enxergar que eu tenho muuuuuito a oferecer a todas as crianças. Que quanto mais amor eu dedicar a Eduardo e Luca, mais amor é criado em mim para que eu dê para outros pequenos. Por que, como se diz num filme indiano que assisti nesta semana: “todas as crianças são especiais”.

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Este post faz parte da parceria que fechei com Brastemp e Finish. Agora, como tenho uma máquina lava-louças e, portanto, não preciso mais lavar a louça na mão, tenho mais tempo para me dedicar a fazer atividades legais, tanto individuais como com minha família. Acompanhe a série também no blog A Casa que Minha Vó Queria e no Ideias de Fim de Semana

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13 jan 2014

Ideias para tirar foto do crescimento dos filhos

Post por Glauciana às 09:03 em Crescimento dos Filhos

Mãe é bicho babão e isso é fato, todo mundo concorda. Deve haver alguma pesquisa por aí no mundo dos dados mostrando que mãe é quem mais tira foto. E, claro, de quem? Dos filhos!

Eu não fico de fora, ainda mais em tempo de redes sociais. Facebook, twitter e instagram nos tentam a tirar fotos dos pequenos e postar para os amigos, para a família, até para os desconhecidos…rs.

E aí que esses dias, passeando pelo Pinterest, encontrei essas fotos sequenciais super legais pra tirar dos filhos. Os bebês aparecem com as roupinhas de recém-nascidos depois de grandinhos, com elas apertadas.Outra ideia é fotografar a criança, com um espaço de tempo, ao lado de um ursinho para mostrar a evolução de tamanho. Outro jeito super fofo é imprimir e recortar as datas em papel e colocar ao lado do bebê para tirar a fotografia.

 

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06 jan 2014

Receita de Moqueca Baiana

Post por Glauciana às 11:34 em Brastemp-Finish

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Assim que chegamos à Bahia, Vinícius, meu companheiro, que nunca tinha vindo para este estado e, portanto, não conhecia nada do local, começou a trabalhar em um restaurante na Praia do Forte. Lá, ele teve a oportunidade de conhecer uma grande chef de cozinha. Sem o estudo glamuroso das grandes estrelas e nem avental branco abotoado de lado, mas ainda assim uma grande chef. Dona Dudu, ela que cozinha desde criança e sabe de cada detalhe da culinária baiana, sua terra natal.

Então, Vinicius se encantou pela moqueca, um dos pratos mais tradicionais da Bahia. E agora, como ganhamos mais tempo livre já que temos uma lava-louças, – estamos ousando na cozinha e preparando cada iguaria de forma super artesanal.

Para essa receita, por exemplo, pegamos o coco no nosso quintal e extraímos o leite, fomos atrás de um senhor que faz o azeite de dendê em sua casa, pedimos para o marido de nossa ajudante mergulhar no mar e trazer camarões fresquinhos, fomos até a horta orgânica e pegamos os tomates livres de agrotóxicos. Com todos esses cuidados, não preciso nem dizer o quanto essa moqueca saiu boa, não?!?

Se você quiser tentar, mesmo não tendo esses ingredientes tão fresquinhos, aposto que vai ficar bom. E você ainda varia o cardápio. Quer fazer? Veja a receita:
Moqueca Baiana de Camarão

Ingredientes Moqueca:

- 1/2 kg de camarão médio descascado
- 1/2 xícara de café de azeite de dendê
- 2 cebolas médias cortadas em cubinhos (e um pouquinho em rodelas, para decorar o prato)
- 1/2 xícara de chá de coentro (que nós trocamos por salsa, já que não apreciamos coentro)
- 3 tomates cortados em cubinhos (e um pouquinho em rodelas, para decorar o prato)
- Sal a gosto
- 1 litro de leite de coco
- 1 pimentão médio
- 2 dentes de alho
- 2 colheres (sopa) de óleo

Ingredientes Pirão:

- 3 colheres (sopa) de margarina
- 1/2 cebola média cortada em cubinho
- 300 g de farinha de mandioca (aqui está o pulo do gato, pois a farinha baiana é daquela bem branquinha e fininha)
- 1 colher (sopa) de óleo de soja

Ingredientes Vinagrete:

- 2 tomates médios (se preferir o italiano, fica uma delícia, pois ele é bem vermelhinho)
- 1 cebola média cortada em cubinhos
- 3 fatias médias de pimentão

Modo de Preparo:

Frite um pouco de cebola e o alho no óleo de soja e quando eles estiverem douradinhos adicione o tomate, o pimentão e coloque o restante da cebola. Adicione o leite de coco e deixe cozinhar um pouco, até que o tomate solte a coloração dele e fique um caldo alaranjado. Neste momento, coloque o azeite de dendê, até o molho ficar na cor mostarda. Neste momento, é hora de colocar o camarão. Quando levantar fervura, coloca a salsa, o sal e sirva.

Para o pirão, frite a cebola no óleo de soja até ficar beeeeem douradinha, coloque a manteiga em fogo baixo, sem deixá-la ferver. Quando ela derreter, coloque a farinha devagarinho, mexendo, até que ela fique amarelada e comece a dar uma queimadinha na panela. Neste momento, coloque um pouco do caldo da moqueca, até que fique na consistência do pirão.

Para o vinagrete, corte os tomates, a cebola e o pimentão e tempere à gosto.

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Este post faz parte da parceria que fechei com Brastemp e Finish. Agora, como tenho uma máquina lava-louças e, portanto, não preciso mais lavar a louça na mão, tenho mais tempo para me dedicar a fazer atividades legais, tanto individuais como com minha família. Acompanhe a série também no blog A Casa que Minha Avó Queria e no Ideias de Fim de Semana. 

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