Coisa de Mãe
02 dez 2014

A livre expressão do brincar da criança

Post por Glauciana às 16:27 em Diversão

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Esse registro fotográfico foi, certamente, um dos mais bonitos e legais que eu já fiz. Longe da pretensão de ser fotógrafa, mas com uma câmera na mão e com os olhos atentos à alegria de meus filhos, captei momentos incríveis de pura brincadeira, daquilo que eu considero de mais valioso nesta etapa de vida deles: uma infância livre!

Todas as vezes que vejo os meninos brincando livremente assim lembro de um trecho de Rudolf Steiner, um de meus pensadores favoritos, criador da Antroposofia e da Pedagogia Waldorf:

 

O Brincar da criança é a manifestação mais profunda do impulso que conduz ao fazer, sendo que neste fazer, o homem tem a sua verdadeira essência humana. Não seria possível imaginar uma criança que não desejasse ser ativa, como o é quando brinca, pois o brincar representa a liberação de uma atividade que deseja se libertar do cerne do ser humano”.
Rudolf Steiner

 

 

E se tem algo que eu valorizo na infância dos meus filhos é essa descoberta da vida: das texturas, das cores, dos sabores, das temperaturas. É assim que eles vão conhecendo o mundo, desenvolvendo-se, entendendo seus limites. E, de certa forma, eu também me liberto sendo criança com eles!

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01 dez 2014

Dica de livro: Puns, punzinhos e pumpunzões. Boas risadas com os pequenos

Post por Glauciana às 21:10 em Culturinha

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Chegou aqui na redação do Coisa de Mãe o livro “Puns, punzinhos e pumpunzões“, do paranaense Almir Correia, com ilustrações do premiado Cláudio Martins. Olha, fazia tempo que não nos divertíamos taaaaanto com um livro. Que engraçado! Não sei se por que meus meninos são dois vikings, ou se por que estão na fase de tudo é pum, bumbum, cocô, aquela tão famosa fase anal, que Freud tanto fala… mas a real é que eu também adorei o enredo e dei boas risadas com eles.

O livro mostra, numa visão bem simplista que a gente pode soltar pum, sim, que é normal e que todo mundo faz isso. Apenas seres humanos soltam puns? O autor responde à essa pergunta com pequenos poemas utilizando linguagem leve e engraçada. Respostas estas que são acompanhadas por belas e divertidas ilustrações.

Carro, canguru, beija-flor, princesa, vovó, Rapunzel, lobo mau… a lista é extensa, mas será que eles também soltam? O autor revela puns de quem ninguém imaginava. Os poemas mostram a diversidade no mundo dos puns e fazem analogia entre eles e os gases poluentes emitidos por automóveis e até mesmo por bombas atômicas. O autor não se esquece, claro, do clássico no elevador.

Puns, punzinhos e pumpunzões ensinam crianças e adultos a lidarem naturalmente com esse assunto e deixa claro que soltar alguns é saudável e podem ser assumidos sem vergonha, afinal, quem nunca?

*Imagem: Daqui

27 nov 2014

BigoClub: a ferramenta online para pais e filhos compartilharem paixões

Post por Glauciana às 17:50 em Mãe e Filhos

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Sabe daquelas amigas queridas demais, que passam pela sua vida e permanecem, mesmo com a distância e o tempo? Assim é a Fernanda, uma doçura, que está se aventurando em uma área incrível e que tem tudo a ver com a minha atuação profissional e de vida. Fernanda e seu sócio, o Marcos, que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente, criaram o BigoClub, que é uma ferramenta online para ajudar pais e filhos a se conectarem e compartilharem paixões.

De acordo com a idade dos filhos, suas paixões e contextos, as famílias recebem sugestões personalizadas de atividades para fazer em famílias e um box mensal com materiais, jogos e outras brincadeiras para se divertirem muito. Na plataforma eles compartilham com familiares e amigos próximos tudo o que realizaram e recebem medalhas pelas suas conquistas.

A inspiração nasceu quando um dos sócios, que trabalhava a 5 anos no terceiro setor, percebeu a diferença que faz na felicidade das pessoas trabalharem e viverem suas vocações, e da crença de que os pais têm um papel fundamental nesse processo. Se os pais não estiverem ao lado dos filhos para dar-lhes segurança, liberdade e orientá-los na busca de suas paixões, esses filhos vão crescer reféns dos seus medos, e crentes de que trabalhar é seguir os sonhos dos outros e não seus próprios sonhos.

Mas para os pais fazerem isso não é fácil, eles precisam de ajuda para conseguir se desconectar da sua vida estressante e criar com os filhos momentos incríveis de diversão, conexão e aprendizado. Foi por isso que nós nascemos, para ajudar os pais a criar esses momentos com seus filhos, ajudando-os a descobrir e perseguir suas paixões.

A missão do BigoClub é auxiliar os pais no desenvolvimento da vocação de seus filhos, de um jeito prático, flexível, divertido e afetuoso. Uma das melhores formas de educar os filhos é fazer com eles coisas que a gente também gosta de fazer sozinhos ou com amigos. Quando dividimos com os filhos nossos prazeres, a gente consegue conversar melhor, com mais carinho, consideração, respeito, companheirismo e conhecê-los melhor. Cada criança tem um jeito diferente de entender as coisas, brincar e aprender.

Mais do que isso, cada criança tem um talento e ela precisa de liberdade para descobrir e experimentar desde cedo. A comunidade está sendo desenvolvida para aqueles pais modernos, que vivem uma vida dinâmica extremamente atarefada e cheia de desafios, mas que não abrem mão de ter um vínculo forte e fazer contribuições significativas na vida de seus filhos. Entendemos e respeitamos este contexto e buscamos soluções para ajuda-los a fortalecer o vínculo com seus filhos e educá-los, de formas divertidas. O BigoClub pretende ajudar os pais a se divertirem e a educarem o filho ao mesmo tempo.

POR QUE BIGOCLUB?

Boa pergunta! Primeiramente, a palavra ‘bigo’ é uma forma carinhosa da criança se referir ao próprio “umbigo”, quando está aprendendo a falar. Além disso, o umbigo sempre teve um significado especial na mente do homem por representar o elo biológico que liga a mãe ao filho e expressar a relação de dependência entre uma vida e outra. No subconsciente, o umbigo simboliza a vinculação do ser com o mundo exterior e identifica-se com o centro do corpo. E club, bom, club é club em qualquer lugar do mundo.

Assista ao vídeo e entenda um pouquinho mais:

25 nov 2014

Quer ter filhos felizes? Seja feliz!

Post por Glauciana às 17:29 em Mãe e Filhos

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Quem me acompanha aqui no blog ou me conhece pessoalmente sabe que passei por duras batalhas nestes últimos três anos. Em 2011, quando me separei do pai dos meus filhos, com quem vivi um lindo amor de 10 anos, passei por uma tristeza, que eu achava não ter fim.

Claro que, neste período, meus filhos também sentiram o reflexo dessa dor toda. E sabe o porquê? Por que os filhos têm uma relação simbiótica com a mãe, seus inconscientes estão totalmente ligados e os sentimentos refletidos. Por isso, o estado de espírito e humor da mãe quase sempre é espelhado nas crianças.

Ao longo deste tempo todo até hoje fui passando por um processo natural de luto, aceitação, melhora e alegria novamente, como me encontro hoje. O tratamento terapêutico foi fundamental e sem as sessões semanais de análise, somadas aos treinamentos em neurolinguística, às sessões de constelação familiar, aos vários acessos diretos ao inconsciente e aos exercícios de ressignificação de conceitos eu não teria conseguido nem um terço da capacidade de ser feliz que tenho hoje.

Bem, mas e nessa, como ficam meus filhos? Eles sempre foram crianças maravilhosas, mas tinham algumas questões bem pontuais ligadas à insegurança, medo de perda e separação. Lógico, né?!?! Eu sentia estas coisas, eles também sentiam e não sabiam como lidar.

Fato é que desde que minha melhora começou a funcionar de forma prática essas questões dos meninos foram quase que sumindo. Como passe de mágica mesmo foram ficando menores, menores, menores. Para ilustrar como isso funciona sempre me lembro de uma passagem, que um de meus terapeutas favoritos disse: se quer que uma árvore doente dê bons frutos não adianta aplicar o remédio na fruta podre. É preciso aplicar várias doses de veneno e adubar a raiz para, aí sim, a árvore dar bons frutos.

O mesmo acontece com nossos filhos e em vários aspectos. Deseja que seu filho seja mais alegre? Que tal você mesma começar a espantar a tristeza de seus dias? Gostaria que seu filho se desse bem com o pai, que é separado de você? E se você resolvesse seus problemas com o ex-marido antes? Sonha em formar um adulto seguro e livre das amarras da vida? Que tal começar por você mesma a romper a casca do medo e a se jogar no novo? Lembre-se: tudo que melhora em nós melhora exponencialmente neles! Mães felizes, filhos felizes. Não há segredo nisso. Cuide do seu jardim, que as flores brotarão lindas no coração de seus filhotes.

Este post é inspirado no tema super legal da marca de calçados Bibi, “Minha Vida Anda”. De fato, eu acho que minha vida andou muito neste período pós-separação e que eu tenho conseguido ser feliz e também fazer meu Eduardo e meu Luca felizes. Minha vida não só andou pra frente, daquele jeito que anda mesmo, na ordem natural das coisas, mas andou bonita, galopante, a passos largos, rumo ao encontro da felicidade. Eu quero continuar este papo com você. Que tal se a gente se encontrar no grupo Minha Vida Anda, no facebook, neste link, dia 26 de novembro, das 14h às 16h? Lá, teremos tempo para conversar sobre este e tantos outros assuntos da vida de mãe. Me encontra lá? Vai ser um prazer ;)

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24 nov 2014

Eu amo. Não desamo. E você? Ame!

Post por Glauciana às 23:19 em Devaneios de Mãe

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Estava aqui lavando a louça do jantar, escutando música, cantando e sacolejando, quando começou a tocar “De janeiro da janeiro”, da Roberta Campos, com a participação do Nando Reis. Eu sempre gostei da música, mas nunca tinha atentado de verdade na letra.

“Mas talvez você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar”.

Voltei várias vezes nesta parte. E aí saquei que é exatamente isso que eu sinto por todas as pessoas que um dia comecei a amar, sobretudo com quem tive relacionamentos amorosos mais longos. Quando as pessoas ficam sabendo de minha relação atual com Fabio, o pai dos meus filhos, e com quem eu me relacionei por 10 anos, muitas não compreendem, exatamente como a Roberta Campos fala na música.

O que eu não compreendo mesmo é essa coisa de amor acabar. As pessoas simplesmente apertam botões e o amor acaba? Elas desamam? E o que fica no lugar? Pior ainda é quando o amor se transforma em ódio. Juro mesmo que não consigo compreender isso. Porque será que o amor vira o oposto? Em que pé geral deixa suas relações chegarem a ponto de odiarem as pessoas que um dia já tanto amaram, que decidiram ficar juntas pra sempre, que ousaram botar um filho no mundo para criarem em parceria.

Eu amarei – e amo – o Fabio de janeiro a janeiro até o mundo acabar. Como também amo Vinícius e o amarei por todos os meses do ano. Como também amo Apolo. Cito estes três porque foram meus relacionamentos mais marcantes e oficiais (é, eu namorei pouco). Eu amo todas as pessoas com quem me relacionei. Não apenas porque nos relacionamos, mas por quem eles são e o que representam para mim.

A sutil para muitos, mas imensa na minha visão, é a diferença entre amar e viver junto. Sim, eu amo as pessoas com quem namorei ou casei. Mas, eu e elas escolhemos não ficar mais juntos convivendo como um casal romântico. E não é por isso que o amor acabará ou que virará qualquer outro sentimento diferente.

Eu consigo discernir que todas as relações têm o seu valor e podem ser boas, basta a gente aceitar de coração aberto o que as pessoas podem – e principalmente querem – nos oferecer. Eu aceito o amor do Fabio em forma de parceria, de amizade, de compartilhar a criação de nossos filhos, de estar ao meu lado nos perrengues e nas alegrias dos pequenos, por escutar meu choro e me consolar quando estou desesperada por algum motivo desse processo dificílimo que é educar e formar pessoas (quando o bicho pega mesmo é ele quem escuta pacientemente meus soluços por telefone), por dividir algumas noites gostosas, tomando vinho e conversando sobre a vida, por me socorrer com grana quando tudo fica no vermelho. Quem terá coragem de dizer que isso que ele faz por mim não é amor? Quem ousará sonhar que a relação que mantemos não é de amor?

Por isso, meus amigos, eu lhes digo: no dia em que a gente puder amar a todos os seres, de janeiro a janeiro, do jeitinho que eles são, nas suas fraquezas, nas suas incapacidades… aí sim a gente será um mundo mais evoluído. Quando a gente aprender a amar as pessoas em sua inutilidade, como Padre Fabio de Melo diz, quando elas não puderem fazer mais nada por nós… aí sim, nessa ocasião, seremos espíritos mais plenos e acho que teremos experimentado a plenitude das relações. Eu quero chegar lá e você?

*Imagem: Daqui

06 nov 2014

Programa Amigo de Valor já ajudou 44 mil crianças e adolescentes no Brasil. Vamos colaborar?

Post por Glauciana às 18:31 em Educação

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Quando passei meu ano sabático morando no litoral norte da Bahia, em 2013, vi de perto a realidade das crianças e dos adolescentes de lá. Por ser um estado historicamente mais castigado socialmente, como tantos outros do norte e nordeste do Brasil, entendi que uma parcela gigante da população precisa mesmo de ajuda, tanto do estado como de cidadão comuns, como eu e você.

Eis que tomei conhecimento de um programa do banco Santander simplesmente sensacional. Trata-se do Programa Amigo de Valor, que em 2014 completa 13 anos e já beneficiou mais de 44 mil crianças e adolescentes em mais de 190 municípios, arrecadando cerca de R$ 71 milhões para os Fundos Municipais, garantindo os direitos do público infanto-juvenil. O #AmigodeValor já é um dos maiores programas de mobilização social do Brasil!

Mas, você deve estar se perguntando: em que parte eu entro nessa história? Você, pessoa física cliente do Santander ou pessoa jurídica (que tem uma empresa aberta), pode direcionar uma parte de seu Imposto de Renda (IR) para os fundos da Criança e do Adolescente, sem perder nada de dinheiro. Ou seja, só ganhando, já que estará ajudando a mudar a vida de milhares de crianças de nosso país.

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Funciona assim: você direciona uma porcentagem de seu IR para o Programa Amigo de Valor, as prefeituras das cidades que desejam participar inscrevem-se por um edital, o banco aprova quais participarão e, junto com o poder público dos municípios escolhidos, traça um diagnóstico e depois um planejamento de ação na área que mais precisa de ajuda (sempre ligada à criança e/ou adolescente) e atuam em conjunto. Essa é uma das partes mais legais, pois o Santander treina e capacita os membros dos conselhos municipais da criança e do adolescente para garantir que o trabalho no caso seja o melhor possível.

Além disso, também existe um acompanhamento por parte dos funcionários do banco, para ver se tudo está saindo conforme o planejado. Nesse ano, com apoio de uma consultoria especializada, foram selecionados de acordo com índices de educação, saúde, renda e emprego, 56 municípios para serem apoiados pelo programa.

Agora é a hora de você participar. De 3 a 21 de novembro é o período em que é possível fazer isso. Veja como é fácil.

 

Pessoa Física:

– Se você declara Imposto de Renda pelo formulário completo, pode destinar até 6% do IR. O valor destinado pode ser abatido do imposto devido;
– Se declara pelo formulário simplificado ou é isento, participe fazendo uma doação a partir de R$ 5,00.

 

Pessoa Jurídica:

– A empresa que opera pelo lucro real pode direcionar até 1% do IR devido aos Fundos Municipais. O incentivo fiscal incide somente sobre o valor do Imposto de Renda calculado mediante aplicação da alíquota de 15%;
– A empresa que declara o Imposto de Renda no modelo simples ou lucro presumido também pode contribuir fazendo uma doação não redutível.

 

Procure um gerente Santander de qualquer agência para fazer a sua contribuição ou ligue na Central de Atendimento. Para saber mais sobre os projetos apoiados acesse o site do Programa Amigo de Valor.

 

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03 nov 2014

Problemas comuns na visão das crianças

Post por Glauciana às 09:23 em Saúde

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Quando o bebê nasce são realizados diversos exames e entre eles o teste do olhinho para detectar previamente alguma alteração ou possível enfermidade nos olhos da criança. É importante ressaltar que o quanto antes for diagnosticado qualquer problema, mais eficaz será o tratamento.

O procedimento realizado nos primeiros dias de vida é chamado de “teste do reflexo vermelho”, o pediatra pode realizar após a criança receber alta da maternidade. O exame é essencial para analisar o desenvolvimento da visão e como já dito tratar doenças precocemente. Mas afinal, qual é a frequência que a mãe deve levar a criança ao oftalmologista? Especialistas explicam que o ideal é que as avaliações oculares sejam realizadas anualmente, a partir do nascimento.

O exame feito através do reflexo vermelho é capaz de detectar qualquer tipo de alteração na córnea, cristalino ou retina. A doença mais diagnosticada entre os bebês é a catarata congênita, que ao contrário do que muitas pessoas pensam, não atinge somente adultos com idade mais avançada.

A catarata é uma espécie de lente nos olhos, também conhecida como cristalino. É responsável por impedir a entrada de luz nos olhos, o que gera a perda visual gradativa. Existem vários graus da enfermidade e algumas não requerem procedimento cirúrgico. Médicos explicam que quando feita a cirurgia nos primeiros meses de vida existe maior possibilidade de reversão do quadro.

Vamos conhecer algumas doenças que podem atingir os bebês:

Conjuntivite
A conjuntivite decorre da inflamação de uma membrana chamada esclera. A causa da conjuntivite está associada à infecções geradas por vírus, bactérias ou doenças alérgicas. Notou qualquer mudança na visão da criança é indicado o comparecimento ao médico o quanto antes. Especialistas alertam quanto ao uso de medicamentos sem consulta prévia. Existem colírios, por exemplo, que possui um componente chamado corticoide. O uso inadequado da substância pode causar catarata ou glaucoma.

Erros refracionais
O erro refracional também pode ser identificado em doenças como miopia. Existe tratamento e o quanto antes iniciado melhores serão os resultados. Esta enfermidade embaça a visão, o que prejudica na hora de enxergar com clareza objetos e pessoas que estão distantes. Este tipo de anomalia nos olhos muitas vezes é diagnosticado somente quando a criança inicia a vida escolar, pois não consegue enxergar o quadro e as palavras escritas, prejudicando o seu aprendizado.

Estrabismo
Esta doença é um desvio na visão que pode acometer crianças em diversas idades. Quando não tratada pode causar ambliopia. O estrabismo nem sempre é visto a olho nu e para detectá-lo é preciso o uso de microscópios especializados.

Glaucoma
O glaucoma também pode atingir as crianças. Esta doença é responsável por aumentar a pressão dos olhos, requer um tratamento rigoroso, pois pode ocasionar a perda da visão.

Médicos oftalmologistas indicam a consulta anualmente. Não é preciso esperar que os sintomas apareçam, pois existem diversas doenças na visão da criança que podem passar despercebidas.

Fonte: www.saredrogarias.com.br e www.onlinefarma.com.br 

*Imagem: Daqui

31 out 2014

Itaú distribui mais de 2 milhões de livros infantis gratuitamente. Peça o seu

Post por Glauciana às 17:33 em Culturinha

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Chegou aquela hora tão legal do ano, quando o Itaú, por meio de sua causa Leia para uma Criança, uma das ações do programa Itaú Criança, da Fundação Itaú Social, lança os livros para distribuição gratuita em todo o país.

Está valendo: neste ano são dois títulos super fofos. “Gato pra cá, rato pra lá”, de Sylvia Orthof, com ilustrações de Graça Lima; e “Papai”, de Philippe Corentin.

Para pedir o seu e receber no endereço gratuitamente, basta acessar este link aqui, preencher os dados e esperar pra contar as histórias para a criançada.

Você sabia que crianças que ouvem histórias desde cedo aprendem a se concentrar, melhoram o raciocínio e têm maior capacidade de compreender o mundo? Essas e outras constatações são frutos da pesquisa “Impacto da leitura feita pelo adulto para a criança, na primeira infância, para o desenvolvimento do indivíduo”, que consiste em uma análise de diversos estudos publicados sobre leitura para crianças. Os pesquisadores Daniel dos Santos e Luiz Guilherme Scorzafave, ambos da Faculdade de Economia e Administração da USP Ribeirão Preto, foram os responsáveis pela compilação e análise dos estudos a pedido da Fundação Itaú Social.

Evidências como essa atestam a importância do adulto, especialmente dos pais, para o desenvolvimento das crianças. Esta é uma causa que o Itaú apoia há quatro anos por meio da campanha Leia para uma Criança. Neste ano, 2,2 milhões de coleções de livros infantis serão ofertadas gratuitamente, totalizando mais de 40 milhões de obras entregues pelo programa desde 2010. Corre pedir a sua!

Aqui em casa toda noite, antes de dormir, tem leitura de um ou dois livrinhos. Já virou hábito e rotina. É assim, desde cedo, que incentivamos a leitura na vida de nossos filhos :)

*Imagem: Acervo pessoal dos livros que a Fundação Itaú Social enviou aqui pra redação

30 out 2014

Pais devem ficar atentos aos sinais de perda auditiva na infância

Post por Glauciana às 18:22 em Saúde

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Trinta e dois milhões de pessoas no mundo sofrem de perda auditiva com 15 anos ou menos, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por isso é muito importante que os pais observem se a criança reage a sons, responde quando é chamada, fala muito alto, aumenta muito o som da televisão, tem dificuldade de aprendizado ou demonstra falta de atenção, pois esses sintomas muitas vezes estão relacionados à perda de audição.

Segundo a fonoaudióloga da Starkey do Brasil – empresa líder mundial em tecnologia auditiva – Camila Quintino, ruídos contínuos acima de 85 decibéis podem danificar a audição da criança, cujas alterações são irreversíveis. “A perda auditiva poderá comprometer o desenvolvimento da fala, a atenção, compreensão e o aprendizado de um modo geral, além de alterações no comportamento social da criança”.

Brinquedos barulhentos, som alto na televisão ou nos fones de ouvido e o uso de sons amplificados em videogames, tablets e smartphones estão entre as causas da perda auditiva na infância.

Muitos pais de crianças com perda de audição não se dão conta e demoram a discernir o problema. A fonoaudióloga sugere algumas dicas para os pais ficarem atentos e identificarem a perda auditiva nos pequenos:

1) Quando a criança não responder ao ser chamada
2) Pedir para aumentar o volume da TV
3) Se a criança não acompanhar o processo de alfabetização na escola
4) Pedir para repetir o que foi dito

Como tratar

O tratamento da criança com perda de audição pode demandar a utilização de aparelhos auditivos, além de acompanhamento médico e tratamento fonoaudiológico. Os especialistas recomendam que as crianças façam um exame auditivo de 2 a 3 vezes por ano durante os primeiros anos de vida e uma vez por ano antes do início do período letivo.

Para promover o bem estar e qualidade da audição, a Starkey do Brasil investe em inovação e tecnologia para desenvolver aparelhos auditivos cada vez menores e mais potentes.

*Imagem: Daqui

29 out 2014

Pedofilia: ela está muito mais perto do que você imagina

Post por Glauciana às 00:32 em Mãe e Filhos

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Sabe aquelas situações que você acha que estão super distantes, só acontecem nos jornais, bem longe de você? Então, hoje eu presenciei cenas horríveis dentro de um supermercado.

Eu estava com meus dois filhos, de 7 e 4 anos, no começo da noite, fazendo compras em um supermercado de minha cidade, no interior de São Paulo. O local é relativamente pequeno, se comparado aos hipermercados que estava acostumada a frequentar, quando morava na capital.

Enquanto eu escolhia iogurtes, me virei no corredor para atravessar e pegar o requeijão do outro lado da gôndola, quando se aproximou um idoso, aparentando ter uns 70 anos. Haviam pessoas no mesmo corredor e eu resolvi parar para dar passagem a ele. O cidadão se encostou totalmente em mim, arcando seu quadril em direção ao meu (por azar meu, ele era da minha altura). No momento, eu achei que algum carrinho o tivesse empurrado para meu corpo, mas assim que ele passou eu vi que não havia nada atravancando sua passagem.

A criatura se jogou em cima de mim, roçando seu corpo no meu, bem rente ao meu quadril. Eu pude sentir seu genital ereto em meu corpo. Fiquei atônita, sentindo um mix de raiva, de nojo, de estupefação por ter passado por aquilo. Me senti violada, descrente, violentada! Fiquei parada, apenas olhando o mau caráter continuar andando, mexendo descaradamente na calça. Juro que fiquei sem reação. Continuei fazendo minhas compras, um tanto desconsertada, mas fui em frente.

Demorei um pouco no mercado e toda hora cruzava com o homem pelos corredores, que carregava uma cestinha de compras nas mãos, mas não tinha nada nela. Na sequência, fui pesar as verduras e legumes e comentei com o funcionário que eu achava que aquele senhor não estava com boas intenções no mercado. Foi então que ele me disse que havia tido há pouco uma reclamação de um homem, dizendo que o cidadão tinha tentado passar a mão no bumbum de uma moça logo adiante.

Fiquei ainda mais estarrecida e continuei! E não é que o filho da mãe me apronta mais uma? Luca me pediu para ir ao banheiro. Como frequentamos o mercado todas as semanas, e ele já sabe aonde é o sanitário, eu disse para ir junto com o irmão mais velho, que eu ficaria olhando. No momento em que meus meninos começam a andar o velho louco (que estava atrás de mim e deve ter ouvido eu dizer isso aos moleques) sai em direção a eles, seguindo-os até o banheiro. Eu vou atrás, dou um grito para Eduardo e Luca voltarem e o homem disfarça, andando para a outra direção. Vou atrás dele e o monstro se abaixa para tocar as nádegas de uma menininha de uns 6 anos. Dei um grito na hora! Quase dou uma voadora no peito daquele nojento!

Saí maluca atrás do gerente do mercado. Contei tudo para o funcionário, que pediu que eu apontasse o homem. Neste exato momento, ele se aproxima de mim e começa a se desculpar, dizendo que era um mau entendido, que ele não tinha feito nada, que tinha um problema na perna e se desculpava por ter encostado em mim. A pergunta é: como ele sabia que era disso que eu estava falando com o gerente, já que eu falava baixo? Pilantra, morreu pela boca!

Neste momento, eu comecei a me exaltar e a falar mais alto e firme com o cidadão. Eu disse que o que ele fazia é crime, previsto por lei. Que eu poderia sair dali e ir direto a uma delegacia denunciá-lo por duplo crime: pedofilia e violência contra a mulher. Antes do gerente pedir a ele que se retirasse do local, ele saiu mais que rápido. As pessoas ao meu redor ficaram todas apavoradas, olhando de canto de olho a situação.

Mas, eu não me calo! Não me calo e nunca me calarei! Porque isso é grave. O que poderia ter acontecido a meus filhos em instantes dentro daquele banheiro com um velho doente e louco? O que poderia ter acontecido a uma menina de seis anos se aquele monstro a tivesse tocado em um lugar público?

Aproveitei a situação e tive uma longa conversa com minhas crianças, explicando e pedindo mais uma vez que nunca deixassem que ninguém os tocassem, que não aceitassem a ajuda de ninguém no banheiro.

E o alerta que eu dou a você, mãe, pai, tio, tia, avô, avó, madrinha, padrinho… ou apenas a você que tem uma criança por perto: olho vivo! Tem gente maluca e doente por toda a parte. Até mesmo num supermercado.

Façamos barulho. Gritemos. Denunciemos. Esse tipo de violência não pode permanecer em pune. Pedofilia e violência contra a mulher são CRIMES!
*Imagem: Daqui
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