Coisa de Mãe
14 mai 2015

Hospital de Niterói promove curso gratuito para gestantes

Post por Glauciana às 11:50 em Saúde

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Já estão abertas as inscrições para o curso de gestantes e pais, que acontecerá no CHN (Complexo Hospitalar de Niterói), no dia 6 de junho, das 8h às 16h30. O objetivo do evento é tirar as principais dúvidas sobre o processo de gestação, do parto e do nascimento do bebê.

Entre os assuntos abordados por meio de palestras e dinâmicas estão: Desenvolvimento Fetal, com o médico Leonardo Nese; Modificações no Organismo Materno, com a médica Daniela Gomes; Puerpério, com a Dra. Priscila Pyrrho; Amamentação, Atividade Física na Gravidez, além de muitos outros temas.

“O foco do encontro é dar informações às mães e tranquilizá-las em um momento tão especial. Dessa forma, o curso oferecerá orientações desde o pré-natal até o pós-parto”, explica a Dra. Priscila Pyrrho, coordenadora da Maternidade do CHN.

O curso é gratuito e extensivo ao casal, mas as vagas são limitadas. Informações e inscrições no Centro de Estudos do CHN pelos telefones: (21) 2729-1173 e (21) 2729-1154. O CHN fica localizado na Rua La Sale, 12 – Centro – Niterói/RJ.

12 mai 2015

A mãe que eu quero ser

Post por Glauciana às 16:28 em Devaneios de Mãe

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Eu tenho mil pensamentos e questionamentos sobre a mãe que sou e que desejo ser diariamente para Eduardo e Luca. Penso nos valores que quero passar a eles, reflito sobre a qualidade de nosso tempo juntos, me esforço para me dedicar nas brincadeiras, para que a vida seja leve e que eu faça parte do universo lúdico deles. Tento mostrar esse mundão, nas formas de informação que conheço – e que temos buscado muito juntos, essa tem sido uma parte deliciosa da fase em que estamos vivendo.

Aí, agora aqui no escritório, entre o texto de um cliente e outro, me peguei pensando em uma pessoa que apertou o botão do interesse aqui dentro do coração :) ainnnn, que goxxxxtoso, não?!? Pensa nele, escreve, tem vontade de mandar uma mensagem, escreve de novo, tem vontade de pegar o carro e dirigir até a cidade vizinha pra tomar um café com ele, escrevinha mais um pouco.

Aí o pensamento, que não tem cerca nessa cachola aqui, chega logo em Joana D’arc, minha mãe guerreira. No fim de semana saímos juntas. Eu a levei pra conhecer a minha turma de amigos (que muitos, inclusive, têm a idade dela :) é, eu sempre gostei da galera mais experiente!). E aí contei a ela que eu tinha me permitido me interessar por uma pessoa novamente e que ele morava fora de Assis. Minha mãe, com o maior sorriso do mundo, alegrou-se e me disse: Ahhh, então chame-o pra passar um fim de semana conosco. Nos conhecemos, fazemos uma comidinha, tomamos uma cerveja”.

E aí eu faço o link dos dois assuntos que comecei neste post. Pareço louca, mas não sou tanto assim, não, gente! Comecei falando da mãe que quero ser, passei pro paquera, mas cruzo os assuntos. Isso foi pra chegar nesse modelo de mãe. Pronto! Eu quero ser massa como minha Joana D’arc é comigo!

Johanne é aquele tipo de mãe que teve mil problemas e fraquezas, quem nunca, né?!?! Mas, mamãe tem uma característica que é impagável: se está bom para mim está bom para ela. Desde muito pequena escuto-a falar o bordão: “quem agrada minha filha adoça a minha boca”. E Johanne, minha guerreira francesa, faz isso diariamente comigo.

Mamãe sempre me incentivou a tudo. Quando éramos muito pobres e morávamos numa casinha de Cohab, que não tinha reboco nos muros. Quando não tínhamos nem um carro pra ir e vir. Quando o dinheiro mal dava pra pagar a prestação mensal da casa. Nessa época mamãe ganhou uma bolsa de estudos de quase 100% com a Rosinha, a dona do Colégio Ipê, em Assis, quando ele ainda se chamava Colégio João Paulo. Graças ao esforço da minha mãe, o meu próprio em estudar, é claro, e à generosidade da Rosinha e do Rigon, os donos da escola, é que eu tive formação suficiente para passar em uma universidade pública direto do terceiro colegial, quando ainda tinha 17 anos.

Foi nessa época, ainda criança, que minha mãe meteu as caras e conseguiu também uma boa parcela de desconto com o Seu Toninho do FISK e eu comecei a fazer inglês, curso que me abriu diversas portas. Hoje, inclusive, se eu tenho um trabalho internacional é por que eu falo esta língua.

Depois, mesmo com toda a dificuldade de grana que tínhamos, mamãe e meu pai Marcos deram o sangue pra me manterem em Bauru e eu poder cursar Relações Públicas na UNESP. Curso, inclusive, que minha mãe nunca se ôpos. Se essa tinha sido a minha escolha, ela assinava embaixo.

Até nas loucuras mais loucas da vida, como quando virei pra ela e disse que ia chutar um emprego estável, um apartamento novinho, uma cidade aonde estava estabelecida, que venderia o carro dos sonhos que acabara de comprar… e que iria morar com os menino tudo embaixo do braço, na beira do mar da Bahia. Nem assim Johanne titubeou. Sempre esteve ao meu lado e, além de me apoiar, fazendo a mudança comigo, ainda disse: “seja feliz, minha filha, Deus lhe acompanhe e te abençoe!”.

Depois, quando a distância da Bahia começou a fazer mal a meus meninos e a mim também e que eu senti que o ano sabático havia acabado, 1 ano e 3 meses depois, foi Johanne que me acolheu de braços abertos em Assis, no ano passado. Ela abriu não só seu coração, mas também um apartamento que tem e me cedeu, não cobrando um centavo por minha estadia lá. Lá é o meu lar atualmente. Junto de meus filhos.

Eu tenho a mãe que eu quero ser para meus filhos. Uma mãe que não mede esforços para me ver feliz. Uma mãe que respeita o meu jeito. Que me ama nas intempéries e nas loucuras. Que sabe que em alguns momentos eu vou quebrar a cara, mas que não levanta o dedo, naquele tom tenebroso de algumas mães. Uma mãe que apoia os meus sonhos e que embarca comigo, seja na alegria da realização deles ou no choro da quebrada de cara.

Quando eu caio é ela quem me abraça, me escuta, me coloca no colo, me acolhe com todo o seu amor. Ela também chora junto, diz que entende a minha dor e que a aceita. Eu tenho uma mãe que aceita as minhas dores. Ela não diz “já vai passar”, por que ela sabe que algumas dores demoram a passar. Neste mês faz 4 anos que eu divido com ela as feridas de minha separação e ela acolhe esse lamento sem se cansar deste mimimi, que só agora está, de fato, cicatrizando.

Então é isso! Eu quero ser para meus filhos a mãe que eu tenho. Sem sombras de dúvidas, eu acho que eles serão felizes tendo uma mãe assim, como eu sou todos os dias da minha vida <3

07 mai 2015

O que você vai ser quando seu filho crescer?

Post por Glauciana às 14:09 em Mãe e Filhos

No último feriado eu estive em Minas Gerais para o aniversário da minha afilhada Catarina e conversei muito com minha comadre e amiga de infância, Sofia, mãe dela. Sabe aquelas conversas que duram dias, enquanto a criançada corre e brinca, aí falamos mais um pouco, pausa pra dar almoço, bate mais papo, é interrompida por um “mãeeeee, terminei, vem me limpar?”.

Essa conversa foi justamente sobre isso, sobre o quanto nos desdobramos para conseguir ser a mãe que escolhemos ser. Abdicamos de nossas carreiras da forma tradicional, vivemos cansadas, com as unhas por fazer, deixando de jantar para limpar cocô ou trocar a fralda (incrível como o coco só vem na hora que a gente está comendo, não?!? rs…). Pois é, não é fácil! Só quem é mãe sabe da solidão que é criar filhos de forma mais integral e menos terceirizada. Por mais que estejamos rodeadas de gente a sensação – ou as milhares de sensações – são sempre só nossas!

E no final da conversa a gente terminou com uma conclusão que recompensa todo o esforço: a gente está fazendo o melhor para que eles sejam pessoas de bem no futuro!

Aí que hoje eu vi o vídeo “O que você vai ser quando seu filho crescer?” de Ninho e chorei litros. É isso mesmo! Não escrevi errado, não. Pois é, quando a gente pensa no futuro dos filhos, mesmo que não saiba exatamente o que eles serão, arriscamos na ponta da língua alguns palpites.

Mas, e ao contrário? O que nós seremos quando eles crescerem? Eu confesso que essa pergunta me pegou de calças curtas, pois eu não consigo nem me imaginar quando meus filhos forem adultos. Hoje eles são a tônica da minha vida. Quase que 100% do que faço é por eles. Eduardo e Luca são os meus parceiros, já que vivemos juntos. My God, o que eu serei quando meus filhos crescerem?

Bem, eu acho que serei feliz por ter dedicado integralmente a minha vida para o cuidado deles e a nossa criação de vínculos, o que eu considero fundamental para que eles sejam adultos seguros e emocionalmente resolvidos. E nesta felicidade eu sei que também mora uma consciência tranquila por ter feito o que me cabia desde o momento em que descobri o coraçãozinho deles batendo dentro de mim. Ahhh, e não se engane: isso não tem a ver com ter feito tudo certo, pois isso é utopia. Não existe mesmo! Mas que eu colocarei a cabeça tranquila no travesseiro, orgulhosa pelo nosso caminho, ahhh isso eu colocarei :)

E você, o que você vai ser quando seu filho crescer?

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30 abr 2015

Tarefa de casa: um momento de manutenção de vínculo mãe-filhos

Post por Glauciana às 17:23 em Educação

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Eu sempre digo para as pessoas a minha volta, com muito orgulho, que se tem uma coisa que eu faço bacana, de forma dedicada e intensa, é a prática da minha maternidade. Foi por isso que eu decidi trabalhar de casa e empreender, por que eu sentia a necessidade de acompanhar bem de pertinho a vida dos meus filhos.

Não que eu seja uma mãe exemplar e que tudo seja fácil. Também quem me acompanha percebe que eu vivo surtando, chorando, fazendo mimimi, pedindo conselhos, desabafando e contando com a ajuda da avó, do pai (quando ele pode/quer/tem disponibilidade), da minha ajudante aqui em casa e até das amigas mais próximas.

E aí que uma das coisas que eu mais gosto de fazer com os meninos são as tarefas e os trabalhos da escola. Enquanto muitos pais reclamam da quantidade de coisa pra fazer em casa, eu vibro com cada página marcada. Sobretudo agora, que Eduardo está no segundo ano e tem uma carga maior de compromissos formais na escola, por conta da sua alfabetização, diariamente nós mergulhamos no mundo das letras e números.

Aí a gente desenha, pinta, constroi, recorta… e também imprime. Me lembro do sacrifício que era na minha infância para fazer os trabalhos da escola. Ontem mesmo passei em frente à biblioteca municipal de Assis e me lembrei das tardes inteiras que passava lá, copiando conteúdos dos livros, para depois passar a limpo à mão na folha de almaço. A máxima modernidade era tirar cópia de alguma imagem, recortar e colar no papel de trabalho.

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Atualmente, a gente usa a impressora. Santa HP Ink Advantage que nos salva todas as semanas com os trabalhos dos meninos. É ela quem faz o trabalho nesse aspecto mais prático. Eduardo e Luca amam colocar o papel e até já sabem trocar o cartucho, quando a tinta acaba. Eu também ensino a eles que tudo deve ser impresso usando cartuchos originais. Já falei algumas vezes que eu tento ser o mais ética nos meus atos diários. Não adianta criticar a corrupção do governo e praticar pequenas corrupções cotidianas. Mas, enfim, isso é assunto pra outro post…rs.

E o que eu percebo é que nesses momentos de dividir tarefas com as crianças, por exemplo, é que eu posso mais ser mãe. É quando eles percebem que eu estou ao lado deles, é quando a gente bate-papo sobre a escola, de forma despretensiosa, e eles me soltam questões mais complexas e internas, que não falam naturalmente, sabe? Foi num desses momentos de tarefa que eu percebi que Eduardo está tendo muita dificuldade para acompanhar o ritmo do segundo ano. Aí, fui conversar com a professora e ela me recomendou um reforço.

Enfim, o que eu quero dizer é que a maternidade é feita de todos esses pequenos, mas importantíssimos, momentos com nossos filhos. Cada cuidado, cada alimento, cada penteadinha no cabelo, cada tarefa feita junto, cada conversa, cada ida junto pra escola… esse monte de cada coisinha feita faz o nosso universo. Eu participando do mundo deles e eles do meu. E assim a gente vai, unidos, ajudando uns aos outros, na dura missão de sempre evoluir, enquanto seres viventes na terra :)

E para finalizar uma super dica para você que também está precisando de uma impressora boa! A HP está com uma promoção, por tempo limitado, das impressoras da linha Ink Advantage, veja neste link

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28 abr 2015

O que eu quero que meus filhos sejam quando crescerem? Felizes!

Post por Glauciana às 15:40 em Crescimento dos Filhos

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Reproduzo abaixo um comentário que fiz no post de uma amiga, jornalista, perguntando, em seu perfil no Facebook, se nós ficaríamos felizes se o filho dissesse que gostaria de cursar Jornalismo atualmente. Fiquei pensando nesse assunto e coloco aqui, pois acho que ele é um post pra blog também e é exatamente isso o que eu acredito sobre o assunto.

“Jo, ontem mesmo eu conversei sobre isso com uma colega de profissão, que há anos não desempenha mais a função de jornalista, e sua filha de 11 anos, que disse ter vontade de seguir na carreira.

A mãe logo a desencorajou, mas eu disse à menina que fizesse como escolha profissional aquilo que tocasse o seu coração, independente dos rumos da carreira.

Se eu ficaria feliz vendo meus filhos entrando na faculdade de jornalismo hoje? Acho que não ficaria feliz mais pela forma como as profissões são ensinadas (jeito quadrado, embrutecido, endurecido, distante da prática e da cidadania social) do que exatamente pela profissão. Afinal, eu AMO ser jornalista, como também AMO ser relações públicas, minha outra formação. Eu sou extremamente realizada naquilo que faço. E, bem, eu nunca estive na redação de um jornal diário, nem de uma revista, ainda que tenha trabalhado na Editora Alto Astral. Meu caminho com o jornalismo me trouxe a desempenhar a minha missão neste mundo, que tem a ver em levar amor e bem-estar às pessoas por meio da minha escrita.

Então, se a faculdade de jornalismo propiciar a meus filhos a oportunidade deles desempenharem suas missões neste mundo, sim, eu ficarei MUITO feliz! Eu sinceramente não acredito em profissão bem sucedida sem paixão e missão envolvidas. Como também não acredito que apenas a graduação, ou seja, as faculdades e universidades podem formar bons trabalhadores. E quando falo em trabalho penso no conceito mais amplo, de labor, de fazer algo neste mundo, usando nosso dom. É só este o sentido, Jo. Não há outro!

Ah, e vou além: essa nova geração, da sua filha e dos meus, não veio a passeio neste mundo, não, amiga! Você sabe disso mais do que eu, aliás. A missão deles é árdua. Não será bolinho trabalhar em prol do bem nesses próximos tempos terrestres. Por isso, a profissão escolhida será apenas um guia formal para eles. O resto já está dentro do coração deles. Eles trazem isso do preparo espiritual que têm. Cabe a nós, portanto, guiar-lhes no caminho do bem, da generosidade e da compaixão, lembrando-os sempre que o sustento virá a partir daquilo que eles têm como missão”.

*Imagem: Daqui

27 abr 2015

Em que copos você despeja sua energia?

Post por Glauciana às 15:26 em Devaneios de Mãe

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Houve um tempo em que eu jogava 100% de minha energia em apenas um aspecto da minha vida. Teve a época do trabalho, logo que me formei na primeira graduação, em relações públicas, e cheguei em São Paulo, tão menina, tão sedenta, tão carente de experiências e preenchimentos. Trabalhei, trabalhei, trabalhei. Foi bacana, foi. Foi legal, foi. Foi enriquecedor, foi. Talvez não da maneira mais clássica, a do dinheiro, mas teve suas vantagens.

Se eu fui totamente feliz? Não, não fui! Hoje sou? Não, também não. Existe a felicidade total? Não! Pelo menos nesse mundo, não. É nisso que acredito.

Entretanto existem formas da gente conquistar a felicidade a cada dia, pouquinho a pouquinho, buscando-a por espaços que dependem da nossa escolha para alcançá-la. Pois é, felicidade é só questão de ser, como diz a canção.

Hoje eu percebo claramente, com a ajuda da terapeuta de Eduardo, meu filho, e também da minha própria terapeuta, que devemos despejar a jarra do suco de nosso energia em vários copinhos. Diariamente, devemos colocar 20% da energia no copo dos cuidados com o corpo, é por isso que eu corro, faço musculação na academia, yoga, vou à nutricionista e ao sacolão uma vez por semana, além de tomar fitoterápicos e dormir uma noite ininterrupta.

Mais 20% deve ser despejado nos cuidados com a minha mente. Por isso, vou à terapia toda quarta-feira e este momento é um dos mais esperados da minha semana, embora este também seja o dia das minhas maiores dores da cabeça. Pois é, o inconsciente é tinhoso que só! E sabe que lá é incômodo. Senhor ego também me força a não ir, pois sabe que eu o desafiarei. A despeito disso, tomo minha neosaldina, que quase nunca funciona, porque a dor física é apenas um reflexo do duelo entre racional x emocional dentro da minha psiquê. Enfim, tomo a neusa e vou-me embora ver a Beth.

Ao longo do meu dia também viro a jarra da energia e coloco 20% na família, que parecem uns 200%, pois essa aqui demanda. É filho, é casa, é tarefa de escola, é levar pro kumon, pra natação, pra terapia, pro colégio. Corriqueiramente também fico com minha mãe, que é um prazer pra minh’alma.

Agora também tem os 20% pro meu espiritual. Toda terça à noite eu e os meninos vamos à igreja, onde participamos de um grupo de oração da igreja católica. Tem feito um bem tão grande, mas tão grande, que eu espero toda a semana para que chegue logo a terça.

Todo dia tem a porcentagem do trabalho, que é minha missão e também dá o sustento a mim e a minha família. Durante algumas horas a jarra vira a energia nos meus conteúdos e textos e reuniões e relacionamentos e posts <3

Pois então, hoje eu percebo que ainda faltam mais alguns copinhos a serem enchidos. Falta o copinho do relacionamento. Pois é, até alguns meses atrás eu enchia o peito pra dizer que não queria um relacionamento tão cedo. Fiquei sozinha, gostei disso, me reergui emocionalmente e engatei um romance bem gostoso, mas que também já teve seu clímax e chegou ao fim. Atualmente, sinto falta de despejar parte da minha energia em um querido, para compartilhar a vida. Sei que no tempo certo ele aparecerá pra mim, já que está dando sopa aí pelo Universo.

O copo dos amigos também às vezes fica bem vazio. Mais por estar morando em Assis e não ter tanto tempo livre, sobretudo à noite, que é quando esses encontros acontecem mais. De qualquer forma, sei que todos os copos do coração estão em suas devidas prateleiras e conto com eles sempre que preciso. Em feriados ou fins de semana me esforço para estar junto de meus amigos e amigas, fazendo a manutenção dessas relações que são imprescindíveis para que minha vida seja leve e alegre.

Mas, o que eu quero dizer de tudo isso? Quero dizer que quando eu parei toda a minha vida para me dedicar à família (marido e filhos) e este projeto não foi levado até o fim por mim e Fabio, meu ex-marido, eu quase morri. Claro, hoje eu enxergo isso como óbvio. Se eu despejei 100% da minha energia produtiva para um copo e esse copo virou eu fiquei sem nada. Eu não tinha mais nada. Sendo assim, estava vazia e não sabia mais quem era eu.

Hoje não. Se algum copinho virar – e ó, eles viram mesmo, viu!?! A todo instante os danados são derrubados ou a gente mesmo os derruba, talvez de forma inconsciente, pra encher de suco fresquinho. Pois então, se algum copinho vira eu me concentro nos outros e lembro quem sou eu, lembro-me que tenho funções também importantes, que minha vida tem vários aspectos que me preenchem.

Muita gente me vê fazendo essa correria toda e dando conta de tantos aspectos da vida e questiona: “nossa, mas quanto empenho, como você dá conta de tudo, não se cansa?”. Sim, claro que me canso! Muito. Só quem me vê às 23h sabe a cara amassada e o mau humor que eu me encontro (eu também sofro de um sério mal – confundo cansaço com tristeza….rs).

Entretanto, essa é a vida que faz sentido pra mim e como escolho levar os dias junto de meus meninos. É preciso um empenho diário. Uma escolha árdua levantar da cama às 6h, quando ainda está escuro e já começam os primeiros ares frios do outono do oeste paulista, para ir pra rua correr. É um trampo resistir à tentação das comidas mais práticas e mais gostosas a me alimentar adequadamente, como manda a minha nutricionista. Tem dias que é simplesmente tedioso atender cliente e ainda ter que produzir conteúdo. Claro que é!

Eu sou bem normal, igualzinha a quase todos os seres humanos. Estamos todos na difícil missão terrena. Num bom português: a rapadura é doce, mas não é mole, não! Ainda assim, eu acho que desta forma é que funciona para mim. Fazendo a escolha e o esforço de variar os copinhos para onde vão as minhas energias. Lembrando que quando algum vira eu não preciso ficar desesperada sem saber quem sou eu ou qual outra função em desempenho. Tem vários outros esperando o suco gostoso :)

Update: Recebi um comentário tão, mas tão legal, da minha amiga Giovana Unbehaun, que decidi colocá-lo aqui, pois ele enriquece o texto e faz todo o sentido. Gratidão por enriquecer, Gigi <3

“Também existem aqueles que têm copos demais, e todos muito rasos. Sinto que meu erro às vezes é esse. Dividir demais minha energia em muitas coisas ao mesmo tempo e não conseguir me sentir plena em nada. Acredito que cada um tem uma capacidade única de manter certos números de copos cheios, é importante ouvir o coração e analisar a vida sempre pra sentir o que tá rolando. Equilíbrio é a palavra.

*Imagem: Daqui

22 abr 2015

Multiplan levando magia e diversão há 40 anos

Post por Glauciana às 14:50 em Culturinha

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Durante muito tempo, nos anos em que vivi em São Paulo, usei os shoppings como alternativa de lazer para minha família. Muito mais do que apenas consumo e compras, a gente passava tardes inteiras no shopping e lá ia ao cinema, via exposições, assistia a espetáculos teatrais, comia. Sobretudo nos meses de mais frio ou chuva da capital essa era uma opção excelente para nossos sábados e domingos.

Por isso quando eu vi o vídeo da ação de 40 anos da Multiplan, que administra shoppings no Brasil todo, eu me derreti. Achei muito fofa a forma como eles enxergam o próprio negócio: com fantasia e mágica. E isso eu acho fundamental em qualquer coisa da vida. Essa possibilidade da gente olhar com encanto para aquilo que faz é o que torna tudo mais gostoso e com sentido. Veja o vídeo e chore junto comigo :p

Há 40 anos, a Multiplan é pioneira em projetos inovadores, que transformam a vida das pessoas com cultura, conveniência, lazer e muito mais. Isso começou na década de 70, quando inaugurou seu primeiro shopping center em Belo Horizonte.

Na década de 80 a rede expandiu seus negócios e abriu 4 unidades: em Ribeirão Preto, no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. Em 90 mais um grande passo, o CascaiShopping, em Portugal. Em 2014, 180 milhões de pessoas visitaram os 18 shoppings da Multiplan e adquiriram R$ 12,7 bilhões em produtos e serviços.

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15 abr 2015

Vídeo mostra a reação de crianças ao se depararem com um universo mágico e lúdico

Post por Glauciana às 14:06 em Coisa de Criança

Bom, que eu sou suspeita pra falar que amo o universo das crianças, isso todo mundo sabe e não é novidade nenhuma :) quem me acompanha sabe decorado e salteado que eu sou uma entusiasta do mundo infantil e das descobertas da mente da criança. Não raras as vezes em que eu embarco nas viagens dos meus filhos, pois o mundo deles é muito divertido, bonito e bom.

E aí que hoje eu me emocionei muito quando vi o vídeo de comemoração dos 40 anos da Multiplan, que administra 18 shoppings centers no Brasil. A ideia é linda e retrata bem essa coisa sublime que é o imaginário dos pequenos e o processo de descoberta deles.
A campanha perguntou a algumas crianças, de várias idades:  “O que você acha que acontece em um shopping depois que as pessoas vão embora?”. As respostas foram naquele tom ingênuo e puro que as crianças têm, mesclando características do mundo fantástico! Depois, este mesmo grupo foi levado a um shopping à noite.

Aí a emoção tomou conta, pois lá eles dão de cara com um ambiente muito mágico, associando os funcionários que trabalham no shopping para que tudo funcione durante o dia. Entretanto, o universo maravilhoso e imaginativo dos contos de fadas foi explorado. Eu mesma adoraria ter estado nesta noite lá no shopping :)

Bom, melhor do que eu ficar falando é você dar o play no vídeo no começo deste post e se encantar também.

Com 40 anos de história, a Multiplan acredita que o segredo do sucesso de qualquer coisa na vida, é fazer bem feito. Atualmente, possui 18 shopping centers distribuídos pelo país e tráfego anual de consumidores estimado em 180 milhões. Conheça mais sobre essa trajetória.

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13 abr 2015

Meu filho passará por uma cirurgia e quem já sente as dores sou eu

Post por Glauciana às 14:49 em Saúde

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Por essas questões do destino, que eu nem acho tanto assim que seja, de fato, destino, já que eu acredito que nós atraímos TUDO o que acontece em nossas vidas, Luca teve uma mal formação na décima segunda semana de gestação, justamente na mesma semana que eu tive um sangramento, um descolamento de placenta e quase o perdi.

Um osso do pescoço não foi fechado como deveria, manteve um espaço em aberto e ali se depositou muco (catarro) de sua primeira gripe, formando, então, uma bolinha exatamente no local do gogó dos homens, um cisto tireoglosso.

Quando ele tinha 8 meses eu percebi essa bolinha saliente, o levei à pediatra dele, em São Paulo, e na hora ela se assustou muito, pedindo imediatamente uma ultra-som de pescoço e já me encaminhando para um especialista. A suspeita era das piores, aquela doença que eu não gosto nem de falar o nome.

O primeiro cirurgião consultado atestou: não é nada tão grave como se imagina, mas ele precisa entrar na faca agora! Anestesia geral e vai um bebê de menos de um ano pro centro cirúrgico para tirar o cisto, cortar o osso e reconstruir o músculo até a parte de trás da língua.

Fiquei muito aflita e decidi procurar uma segunda opinião. Mãe quando dá de ser astuta, por sua cria, chega até no papa se precisar, né? Em dois dias eu estava dentro do consultório de um dos melhores cirurgiões de cabeça e pescoço do Brasil, titular do Einstein. Na época, há 4 anos, me lembro de ter pagado quase 400 reais pela consulta, já que ele não atendia nenhum convênio.

Eu só consegui essa consulta graças ao empenho de um querido amigo fisioterapeuta, o Daniel Porto, que agilizou os pauzinhos com o Dr. Marcelo Ribas. Aí a conversa foi outra. O diagnóstico o mesmo, porém, este cirurgião achou melhor esperar alguns anos antes de submeter um bebê de menos de 1 ano para uma cirurgia tão invasiva. Pediu que fôssemos acompanhando semestralmente, que talvez nunca fosse necessário tirar.

E aí que eu fiquei de boa na lagoa. Se o homi dotô super estudado me disse isso, relax, baby! É só ir fazendo os exames semestralmente e pronto, Luca tem o gogó maior já criança e boas .

Ledo engano. Eis que hoje fui tranquilona consultar Luca no único cirurgião de cabeça e pescoço de Assis, que tive boa recomendação, o Dr. Marcelo Demian, e o diagnóstico? Cirurgia já!

Ele diz que o nódulo hoje está quieto, embora tenha aumentado muito de tamanho, de acordo com as imagens de 4 anos atrás, mas que a qualquer momento pode infeccionar e aí o bicho pega, pois a infecção pode se espalhar por todo o pescoço, garganta e cervical, deixando um quadro que está OK em seríssimo!

Aí, já pediu os exames pré-operatórios e quer operar meu menino o quanto antes.

Eu, que entrei na consulta relaxadona saí enxugando as lágrimas, disfarçando pra Luca não sacar que mamãe está insegura. Eu morro de medo de anestesia geral. Eduardo passou por uma cirurgia antes de completar dois meses e não me lembro de outro momento tão angustiante como aquela manhã no Hospital da Criança, em São Paulo.

Só de imaginar novamente um de meus filhos tomando anestesia geral e tendo uma parte óssea de ser corpo cortada e um músculo religado/reconstruído, ahhhhh, minha gente! Angústia demais.

E aí, qual foi o primeiro sintoma que já me apareceu? A falta de fome! Não consegui comer nenhum grão de arroz depois disso, exatamente como foi há 4 anos, quando tivemos este diagnóstico de Luca. Coincidentemente, eu estava me separando do pai deles e pesava, na época, 48 quilos, 6 quilos a menos do que tenho hoje. Quem me conheceu nesta época sabe que foi um dos períodos mais difíceis da minha vida.

E hoje, saindo do cirurgião com o pedido de cirurgia nas mãos, eu revivi toda a dor daquele fim de 2010/começo de 2011. E escrever este texto é uma forma de organizar o pensamento e colocar pra fora a agonia que tá rolando aqui dentro.

De qualquer forma, nosso Deus é misericordioso e nunca nos abandonou. Muito menos nossos anjos da guarda, que sempre estão ao nosso lado, protegendo-nos. Sei também que a mãe Maria e que o Arcanjo Miguel estão a frente de tudo. Que seja feita a vontade de Deus!

07 abr 2015

Dengue: problema meu, problema seu #nossacidadesemdengue

Post por Glauciana às 14:09 em Saúde

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Eu tive uma experiência com a dengue! E foi a mais assustadora possível.

Aqui onde moramos, no interior de São Paulo, estamos sofrendo com um surto de dengue. Muitas cidades já decretaram estado de emergência e muitos esforços têm sido feitos para acabar com essa doença tão perigosa, que tem matado gente.

Mas, até ela chegar perto de nós não damos a importância necessária. É aquela velha história: o mosquito vai picar o vizinho, mas a mim, não! Pois bem, o danado picou a minha mãe.

E a coisa ficou feia. Coitadinha da mãezinha sofreu durante 3 semanas. Caída mesmo, teve de ir para o hospital três vezes, resultando em uma internação, logo depois de uma criança morrer em decorrência da dengue e a cidade sair no noticiário.

Nunca vi minha mãe, que é super ativa e bem disposta, tão debilitada como quando pegou dengue. Ô doença tinhosa, viu?!?! Mamãe mal falava, não levantava da cama, passou três dias inteiros vomitando e foi para o hospital com um número muito baixo de plaquetas, o que é super perigoso.

Depois disso, fiquei muito assustada por imaginar as crianças infectadas e comecei a tomar algumas providências, já que a dengue é um problema de todos. Isso mesmo! De nada adianta colocar pulseirinha de citronela nos pequenos e deixar o vaso com água parada na varanda.

Nessa semana, tomei conhecimento de uma campanha muito bacana que o SBP está fazendo, que é a www.nossacidadesemdengue.com.br, com informações sobre a doença e várias dicas de como combatê-la dentro e fora de casa. SBP propõe uma coisa, que eu acho fundamental, que é a orientação da gente FALAR sobre a doença. Exatamente! Precisamos entender a dengue e conversar sobre ela com o vizinho, com a família, com a professora do filho na escola. TEMOS que disseminar a informação, para que cada um faça a sua parte, pois de nada adianta eu cuidar e o companheiro do muro ao lado não.

Além de fazer a nossa parte como cidadãos, mantendo a #nossacidadesemdengue, também temos que tomar precauções para proteger a nossa família. Em casa estamos usando o SBP, sobretudo por que moramos em uma área que passa um córrego e tem um pedaço de brejo. Mais do que nunca a preocupação está em alerta vermelho. E você, está fazendo algo? Lembre-se que juntos, e só juntos, podemos vencer o mosquito transmissor da dengue. Vem nessa!

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