Coisa de Mãe
06 nov 2014

Programa Amigo de Valor já ajudou 44 mil crianças e adolescentes no Brasil. Vamos colaborar?

Post por Glauciana às 18:31 em Educação

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Quando passei meu ano sabático morando no litoral norte da Bahia, em 2013, vi de perto a realidade das crianças e dos adolescentes de lá. Por ser um estado historicamente mais castigado socialmente, como tantos outros do norte e nordeste do Brasil, entendi que uma parcela gigante da população precisa mesmo de ajuda, tanto do estado como de cidadão comuns, como eu e você.

Eis que tomei conhecimento de um programa do banco Santander simplesmente sensacional. Trata-se do Programa Amigo de Valor, que em 2014 completa 13 anos e já beneficiou mais de 44 mil crianças e adolescentes em mais de 190 municípios, arrecadando cerca de R$ 71 milhões para os Fundos Municipais, garantindo os direitos do público infanto-juvenil. O #AmigodeValor já é um dos maiores programas de mobilização social do Brasil!

Mas, você deve estar se perguntando: em que parte eu entro nessa história? Você, pessoa física cliente do Santander ou pessoa jurídica (que tem uma empresa aberta), pode direcionar uma parte de seu Imposto de Renda (IR) para os fundos da Criança e do Adolescente, sem perder nada de dinheiro. Ou seja, só ganhando, já que estará ajudando a mudar a vida de milhares de crianças de nosso país.

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Funciona assim: você direciona uma porcentagem de seu IR para o Programa Amigo de Valor, as prefeituras das cidades que desejam participar inscrevem-se por um edital, o banco aprova quais participarão e, junto com o poder público dos municípios escolhidos, traça um diagnóstico e depois um planejamento de ação na área que mais precisa de ajuda (sempre ligada à criança e/ou adolescente) e atuam em conjunto. Essa é uma das partes mais legais, pois o Santander treina e capacita os membros dos conselhos municipais da criança e do adolescente para garantir que o trabalho no caso seja o melhor possível.

Além disso, também existe um acompanhamento por parte dos funcionários do banco, para ver se tudo está saindo conforme o planejado. Nesse ano, com apoio de uma consultoria especializada, foram selecionados de acordo com índices de educação, saúde, renda e emprego, 56 municípios para serem apoiados pelo programa.

Agora é a hora de você participar. De 3 a 21 de novembro é o período em que é possível fazer isso. Veja como é fácil.

 

Pessoa Física:

– Se você declara Imposto de Renda pelo formulário completo, pode destinar até 6% do IR. O valor destinado pode ser abatido do imposto devido;
– Se declara pelo formulário simplificado ou é isento, participe fazendo uma doação a partir de R$ 5,00.

 

Pessoa Jurídica:

– A empresa que opera pelo lucro real pode direcionar até 1% do IR devido aos Fundos Municipais. O incentivo fiscal incide somente sobre o valor do Imposto de Renda calculado mediante aplicação da alíquota de 15%;
– A empresa que declara o Imposto de Renda no modelo simples ou lucro presumido também pode contribuir fazendo uma doação não redutível.

 

Procure um gerente Santander de qualquer agência para fazer a sua contribuição ou ligue na Central de Atendimento. Para saber mais sobre os projetos apoiados acesse o site do Programa Amigo de Valor.

 

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03 nov 2014

Problemas comuns na visão das crianças

Post por Glauciana às 09:23 em Saúde

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Quando o bebê nasce são realizados diversos exames e entre eles o teste do olhinho para detectar previamente alguma alteração ou possível enfermidade nos olhos da criança. É importante ressaltar que o quanto antes for diagnosticado qualquer problema, mais eficaz será o tratamento.

O procedimento realizado nos primeiros dias de vida é chamado de “teste do reflexo vermelho”, o pediatra pode realizar após a criança receber alta da maternidade. O exame é essencial para analisar o desenvolvimento da visão e como já dito tratar doenças precocemente. Mas afinal, qual é a frequência que a mãe deve levar a criança ao oftalmologista? Especialistas explicam que o ideal é que as avaliações oculares sejam realizadas anualmente, a partir do nascimento.

O exame feito através do reflexo vermelho é capaz de detectar qualquer tipo de alteração na córnea, cristalino ou retina. A doença mais diagnosticada entre os bebês é a catarata congênita, que ao contrário do que muitas pessoas pensam, não atinge somente adultos com idade mais avançada.

A catarata é uma espécie de lente nos olhos, também conhecida como cristalino. É responsável por impedir a entrada de luz nos olhos, o que gera a perda visual gradativa. Existem vários graus da enfermidade e algumas não requerem procedimento cirúrgico. Médicos explicam que quando feita a cirurgia nos primeiros meses de vida existe maior possibilidade de reversão do quadro.

Vamos conhecer algumas doenças que podem atingir os bebês:

Conjuntivite
A conjuntivite decorre da inflamação de uma membrana chamada esclera. A causa da conjuntivite está associada à infecções geradas por vírus, bactérias ou doenças alérgicas. Notou qualquer mudança na visão da criança é indicado o comparecimento ao médico o quanto antes. Especialistas alertam quanto ao uso de medicamentos sem consulta prévia. Existem colírios, por exemplo, que possui um componente chamado corticoide. O uso inadequado da substância pode causar catarata ou glaucoma.

Erros refracionais
O erro refracional também pode ser identificado em doenças como miopia. Existe tratamento e o quanto antes iniciado melhores serão os resultados. Esta enfermidade embaça a visão, o que prejudica na hora de enxergar com clareza objetos e pessoas que estão distantes. Este tipo de anomalia nos olhos muitas vezes é diagnosticado somente quando a criança inicia a vida escolar, pois não consegue enxergar o quadro e as palavras escritas, prejudicando o seu aprendizado.

Estrabismo
Esta doença é um desvio na visão que pode acometer crianças em diversas idades. Quando não tratada pode causar ambliopia. O estrabismo nem sempre é visto a olho nu e para detectá-lo é preciso o uso de microscópios especializados.

Glaucoma
O glaucoma também pode atingir as crianças. Esta doença é responsável por aumentar a pressão dos olhos, requer um tratamento rigoroso, pois pode ocasionar a perda da visão.

Médicos oftalmologistas indicam a consulta anualmente. Não é preciso esperar que os sintomas apareçam, pois existem diversas doenças na visão da criança que podem passar despercebidas.

Fonte: www.saredrogarias.com.br e www.onlinefarma.com.br 

*Imagem: Daqui

31 out 2014

Itaú distribui mais de 2 milhões de livros infantis gratuitamente. Peça o seu

Post por Glauciana às 17:33 em Culturinha

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Chegou aquela hora tão legal do ano, quando o Itaú, por meio de sua causa Leia para uma Criança, uma das ações do programa Itaú Criança, da Fundação Itaú Social, lança os livros para distribuição gratuita em todo o país.

Está valendo: neste ano são dois títulos super fofos. “Gato pra cá, rato pra lá”, de Sylvia Orthof, com ilustrações de Graça Lima; e “Papai”, de Philippe Corentin.

Para pedir o seu e receber no endereço gratuitamente, basta acessar este link aqui, preencher os dados e esperar pra contar as histórias para a criançada.

Você sabia que crianças que ouvem histórias desde cedo aprendem a se concentrar, melhoram o raciocínio e têm maior capacidade de compreender o mundo? Essas e outras constatações são frutos da pesquisa “Impacto da leitura feita pelo adulto para a criança, na primeira infância, para o desenvolvimento do indivíduo”, que consiste em uma análise de diversos estudos publicados sobre leitura para crianças. Os pesquisadores Daniel dos Santos e Luiz Guilherme Scorzafave, ambos da Faculdade de Economia e Administração da USP Ribeirão Preto, foram os responsáveis pela compilação e análise dos estudos a pedido da Fundação Itaú Social.

Evidências como essa atestam a importância do adulto, especialmente dos pais, para o desenvolvimento das crianças. Esta é uma causa que o Itaú apoia há quatro anos por meio da campanha Leia para uma Criança. Neste ano, 2,2 milhões de coleções de livros infantis serão ofertadas gratuitamente, totalizando mais de 40 milhões de obras entregues pelo programa desde 2010. Corre pedir a sua!

Aqui em casa toda noite, antes de dormir, tem leitura de um ou dois livrinhos. Já virou hábito e rotina. É assim, desde cedo, que incentivamos a leitura na vida de nossos filhos :)

*Imagem: Acervo pessoal dos livros que a Fundação Itaú Social enviou aqui pra redação

30 out 2014

Pais devem ficar atentos aos sinais de perda auditiva na infância

Post por Glauciana às 18:22 em Saúde

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Trinta e dois milhões de pessoas no mundo sofrem de perda auditiva com 15 anos ou menos, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), por isso é muito importante que os pais observem se a criança reage a sons, responde quando é chamada, fala muito alto, aumenta muito o som da televisão, tem dificuldade de aprendizado ou demonstra falta de atenção, pois esses sintomas muitas vezes estão relacionados à perda de audição.

Segundo a fonoaudióloga da Starkey do Brasil – empresa líder mundial em tecnologia auditiva – Camila Quintino, ruídos contínuos acima de 85 decibéis podem danificar a audição da criança, cujas alterações são irreversíveis. “A perda auditiva poderá comprometer o desenvolvimento da fala, a atenção, compreensão e o aprendizado de um modo geral, além de alterações no comportamento social da criança”.

Brinquedos barulhentos, som alto na televisão ou nos fones de ouvido e o uso de sons amplificados em videogames, tablets e smartphones estão entre as causas da perda auditiva na infância.

Muitos pais de crianças com perda de audição não se dão conta e demoram a discernir o problema. A fonoaudióloga sugere algumas dicas para os pais ficarem atentos e identificarem a perda auditiva nos pequenos:

1) Quando a criança não responder ao ser chamada
2) Pedir para aumentar o volume da TV
3) Se a criança não acompanhar o processo de alfabetização na escola
4) Pedir para repetir o que foi dito

Como tratar

O tratamento da criança com perda de audição pode demandar a utilização de aparelhos auditivos, além de acompanhamento médico e tratamento fonoaudiológico. Os especialistas recomendam que as crianças façam um exame auditivo de 2 a 3 vezes por ano durante os primeiros anos de vida e uma vez por ano antes do início do período letivo.

Para promover o bem estar e qualidade da audição, a Starkey do Brasil investe em inovação e tecnologia para desenvolver aparelhos auditivos cada vez menores e mais potentes.

*Imagem: Daqui

29 out 2014

Pedofilia: ela está muito mais perto do que você imagina

Post por Glauciana às 00:32 em Mãe e Filhos

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Sabe aquelas situações que você acha que estão super distantes, só acontecem nos jornais, bem longe de você? Então, hoje eu presenciei cenas horríveis dentro de um supermercado.

Eu estava com meus dois filhos, de 7 e 4 anos, no começo da noite, fazendo compras em um supermercado de minha cidade, no interior de São Paulo. O local é relativamente pequeno, se comparado aos hipermercados que estava acostumada a frequentar, quando morava na capital.

Enquanto eu escolhia iogurtes, me virei no corredor para atravessar e pegar o requeijão do outro lado da gôndola, quando se aproximou um idoso, aparentando ter uns 70 anos. Haviam pessoas no mesmo corredor e eu resolvi parar para dar passagem a ele. O cidadão se encostou totalmente em mim, arcando seu quadril em direção ao meu (por azar meu, ele era da minha altura). No momento, eu achei que algum carrinho o tivesse empurrado para meu corpo, mas assim que ele passou eu vi que não havia nada atravancando sua passagem.

A criatura se jogou em cima de mim, roçando seu corpo no meu, bem rente ao meu quadril. Eu pude sentir seu genital ereto em meu corpo. Fiquei atônita, sentindo um mix de raiva, de nojo, de estupefação por ter passado por aquilo. Me senti violada, descrente, violentada! Fiquei parada, apenas olhando o mau caráter continuar andando, mexendo descaradamente na calça. Juro que fiquei sem reação. Continuei fazendo minhas compras, um tanto desconsertada, mas fui em frente.

Demorei um pouco no mercado e toda hora cruzava com o homem pelos corredores, que carregava uma cestinha de compras nas mãos, mas não tinha nada nela. Na sequência, fui pesar as verduras e legumes e comentei com o funcionário que eu achava que aquele senhor não estava com boas intenções no mercado. Foi então que ele me disse que havia tido há pouco uma reclamação de um homem, dizendo que o cidadão tinha tentado passar a mão no bumbum de uma moça logo adiante.

Fiquei ainda mais estarrecida e continuei! E não é que o filho da mãe me apronta mais uma? Luca me pediu para ir ao banheiro. Como frequentamos o mercado todas as semanas, e ele já sabe aonde é o sanitário, eu disse para ir junto com o irmão mais velho, que eu ficaria olhando. No momento em que meus meninos começam a andar o velho louco (que estava atrás de mim e deve ter ouvido eu dizer isso aos moleques) sai em direção a eles, seguindo-os até o banheiro. Eu vou atrás, dou um grito para Eduardo e Luca voltarem e o homem disfarça, andando para a outra direção. Vou atrás dele e o monstro se abaixa para tocar as nádegas de uma menininha de uns 6 anos. Dei um grito na hora! Quase dou uma voadora no peito daquele nojento!

Saí maluca atrás do gerente do mercado. Contei tudo para o funcionário, que pediu que eu apontasse o homem. Neste exato momento, ele se aproxima de mim e começa a se desculpar, dizendo que era um mau entendido, que ele não tinha feito nada, que tinha um problema na perna e se desculpava por ter encostado em mim. A pergunta é: como ele sabia que era disso que eu estava falando com o gerente, já que eu falava baixo? Pilantra, morreu pela boca!

Neste momento, eu comecei a me exaltar e a falar mais alto e firme com o cidadão. Eu disse que o que ele fazia é crime, previsto por lei. Que eu poderia sair dali e ir direto a uma delegacia denunciá-lo por duplo crime: pedofilia e violência contra a mulher. Antes do gerente pedir a ele que se retirasse do local, ele saiu mais que rápido. As pessoas ao meu redor ficaram todas apavoradas, olhando de canto de olho a situação.

Mas, eu não me calo! Não me calo e nunca me calarei! Porque isso é grave. O que poderia ter acontecido a meus filhos em instantes dentro daquele banheiro com um velho doente e louco? O que poderia ter acontecido a uma menina de seis anos se aquele monstro a tivesse tocado em um lugar público?

Aproveitei a situação e tive uma longa conversa com minhas crianças, explicando e pedindo mais uma vez que nunca deixassem que ninguém os tocassem, que não aceitassem a ajuda de ninguém no banheiro.

E o alerta que eu dou a você, mãe, pai, tio, tia, avô, avó, madrinha, padrinho… ou apenas a você que tem uma criança por perto: olho vivo! Tem gente maluca e doente por toda a parte. Até mesmo num supermercado.

Façamos barulho. Gritemos. Denunciemos. Esse tipo de violência não pode permanecer em pune. Pedofilia e violência contra a mulher são CRIMES!
*Imagem: Daqui

27 out 2014

Que filhos deixaremos para o mundo?

Post por Glauciana às 16:59 em Devaneios de Mãe

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Eu estou estarrecida! Assim mesmo, boca aberta, queixo caído, com a sensação de cair o cu da bunda, perdoem-me a expressão baixa.

O que eu li e ouvi neste fim de semana é de chorar, minha gente! O resultado da eleição não foi satisfatório para você? Puxa, é realmente uma pena. Eu sei o que é decepção política, porque eu sofri isso, que quem votou no Aécio sofreu ontem, quando o Alckmin ganhou no primeiro turno de São Paulo.

E na ocasião, em que eu estava no Amazonas, trabalhando na comunicação para um candidato de lá, eu chorei, chorei, chorei, chorei à noite depois dos resultados. Quando cheguei em casa, conversando com minha mãe sobre o resultado das eleições, no início de outubro, eu contava de meu desespero por imaginar Alckmin, Russomano, Tiririca, Feliciano e tantos outros assumidamente preconceituosos, xenófobos, agressivos e com visões truculentas que não são as mesmas que eu tenho mais tanto tempo em nosso legislativo.

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Durante esta conversa, Eduardo, meu filho de 7 anos, me perguntou: “mas, se ele é tão ruim assim, porque tanta gente votou nele”?. Eu respondi que muita gente do estado de São Paulo simpatiza com o jeito dele e que eu achava isso uma pena, mas que elas tinham o direito de votar em quem quisessem. Que agora ele seria novamente nosso governador e que nós deveríamos respeito a ele, como líder de nosso estado que é. E Dudu me olhou espantado e respondeu: “meu amigo de sala disse que o pai dele falou que quem não vota no Alckmin é burro, porque ele é um bom chefe. Ele falou tudo diferente de você, mamãe”.

E aí, meus caros, tive uma longa e linda conversa com Eduardo, dizendo que não era bem assim. Que as pessoas não são burras, que essa palavra é preconceituosa e simplista demais para enquadrar uma pessoa. Que cada um tem seus motivos para eleger quem quiser para lhe representar e que as leis de nosso país asseguram isso, com uma coisa chamada DEMOCRACIA!

Eis que ontem, lendo todo aquele despautério de preconceitos, xenofobias, separatismo, machismos… chorei de novo. Já tinha chorado antes de alegria, porque Dilma, a candidata e o plano de governo que se alinham aos meus valores, havia sido eleita. E chorei de novo, de tristeza, por pensar isso: que pessoas são essas que estamos deixando para o mundo nos próximos anos?

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E eu não falo de gente láááá de longe. Ahhh, o Hitler e aqueles alemães cometeram aquela barbárie contra os judeus. Não, amigos, eu estou falando de gente do meu facebook. Ex vizinhos, amigos de amigos, colegas de antigos trabalhos. Gente de perto, gente próxima, que na hora da raiva e da contrariedade revela seu nível máximo de preconceito, xingando e abusando de palavras ofensivas contra pessoas.

E tudo isso porque contra essas pessoas? Qual é o real problema mesmo? Porque moram em um estado ou região diferente do seu, mas ainda assim é o mesmo país. Porque falam com um sotaque um pouco diferente do seu, mas ainda assim é a mesma língua. Porque têm um cor de pele diferente da sua, mas ainda assim é gente como você. Porque tem uma orientação sexual diferente da sua, mas ainda assim transa e quer amor da mesma forma que você.

Isso é pouco, muito pouco, para ser motivo de raiva, de ódio, de separação. Querer separar um país como o Brasil, com tanta riqueza, com tanta diversidade. Bater no peito e dizer que apenas paulista trabalha e o resto todo é sustentado por eles é, no mínimo, falta de informação. É feio! É não ter estudado o livro mais básico de história do ensino fundamental. É não ter visto nenhum capítulo sobre colonização, escravidão, distribuição de renda e capitanias hereditárias. É ficar cego para isso tudo.

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Eu morei no Nordeste. Eu frequento o Norte do país. Eu sou do Sul, nasci na região mais abaixo do mapa, mas tenho em meu sangue traços indígenas. Eu tenho a pele branca, mas é só voltar algumas gerações que vemos mulheres retintas em minha linhagem biológica.

Eu sou ser humano, igualzinho a você, ao negro, ao gay, à menina loira, à indiazinha da Amazônia, ao caboclo do ceará, à baiana retada. E eu amo essa gente toda, porque eu amo pessoas. Porque eu estou aqui neste mundo para conviver e evoluir junto de toda essa gente. Eu amo o meu país. Eu confio no governo de Dilma Roussef, amparada pelo Partido dos Trabalhadores, e lutarei com minhas forças para que ele também seja feito, de alguma forma, por mim.

E, sobretudo, eu amo meus filhos e todas as crianças deste mundo! E eu desejo com todo o amor de meu coração que a próxima geração chegue, não só às urnas, mas em todas as situações de suas vidas, com menos ódio, com menos rancor, com menos preconceito, com menos baixaria moral. Que a elevação, o amor e a união prevaleçam. Amém. Oxalá!

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23 out 2014

Dicas e cuidados para tratar asma em crianças

Post por Glauciana às 08:42 em Saúde

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A asma é a doença crônica mais prevalente na infância, sendo a terceira causa de hospitalização em crianças e cerca de 30% dos atendimentos em emergências. É uma doença que continua sendo pouco controlada, principalmente pelo uso incorreto e irregular das medicações. Ainda é corrente o uso de termos como bronquite ou bronquite asmática, até mesmo por médicos o que torna difícil seu tratamento.

A palavra asma tinha um caráter estigmatizante advindo de séculos, pois até há bem pouco tempo os recursos terapêuticos eram muito limitados, e o fato de uma criança ser asmática significava muito sofrimento pelo resto da vida. Hoje não é mais assim. A asma pode e deve ser adequadamente diagnosticada e tratada, melhorando a qualidade de vida das crianças e diminuindo inclusive o absenteísmo escolar.

Existem vários medicamentos inalatórios eficazes e extremamente seguros para o tratamento da crise e também para prevenção.

Não existe uma causa única para a ocorrência da asma. Seu acontecimento é o resultado da interação entre fatores ambientais, genéticos e outros fatores específicos, que levam à persistência da inflamação, mantendo os sintomas da doença.

Os principais sintomas são tosse, falta de ar, chiado e aperto no peito na maioria das vezes à noite e início da manhã.

Nos momentos de crise são comuns os sintomas de cansaço progressivo, taquipnéia (respiração rápida), tosse, sibilância e opressão torácica, ou ainda a combinação desses sintomas.

São vários os fatores que podem provocar uma crise de asma: alérgenos (agentes causadores da alergia), vírus, agentes poluentes, fumo, mudanças da temperatura, exercícios físicos, emoções e alguns medicamentos.

Ao chegar ao atendimento de emergência pediátrica, a identificação do paciente de risco e a classificação da intensidade da crise são dados extremamente importantes, uma vez que isso permitirá a indicação de condutas imediatas, o que contribuirá para um tratamento ainda mais rápido do pequeno paciente.

Fique atento aos principais desencadeadores da asma e proteja sua criança:

– Ar frio, como mudanças no clima (na maioria das vezes o tempo frio)
– Aspirina e outros medicamentos
– Produtos químicos no ar ou nos alimentos
– Animais (pelos ou caspa)
– Poeira
– Exercícios
– Emoções fortes
– Mofo
– Pólen
– Fumaça de tabaco
– Infecções virais, como resfriado comum, por exemplo

Além disso, observe se o seu filho está tendo dificuldades para respirar ou sofrendo uma crise de asma e procure imediatamente uma assistência médica.

*TextoChristiane Tamar, chefe do Serviço de Pediatria do Complexo Hospitalar de Niterói (CHN)

**Imagem: Daqui

22 out 2014

Livro “Meu Bebê Gourmet”: receitas deliciosas e álbum de fotos

Post por Glauciana às 09:29 em Culturinha

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Quando tive Eduardo, meu filho mais velho, hoje com 7 anos, uma das maiores dificuldades que enfrentei foi com relação à alimentação. Dudu era um bebê com paladar seletivo, os chamados “picky eaters”, veja mais sobre esse assunto que escrevi aqui no blog. Ele não aceitava muitos alimentos, tinha problemas com texturas e sabores.

Por isso, eu me dediquei muito à sua alimentação, especialmente no momento em que fizemos a transição da amamentação exclusiva no peito para os sólidos. E, confesso, como foi difícil. Jesus, eu chorava horrores! Eu não sabia exatamente o que podia combinar, quais legumes ficavam bem juntos, nutricionalmente o que poderia ser feito para potencializar as vitaminas dos parangolés todos. E o principal: eu não conseguia fazer o moleque gostar de nada! Sofri muito, gente, juro.

Aí que recebi de presente o livro “Meu Bebê Gourmet”, da Margarete Steigleder e editado pela Disal Editora, e pensei: “porque isso não foi há sete anos”…rs. O livro é também um álbum de fotografias, uma parada interativa, que traz várias receitas deliciosas para desenvolver a alimentação e o paladar do bebê, da amamentação até os 12 meses… mas ó, eu acho que não só para os bebês, também para os adultos, pois as receitas me parecem deliciosas. E elas são fáceis. Esqueça isso de que vai ter de passar horas só para descobrir quais são os ingredientes. Tudo tranquilo de fazer e menus testados.

Aqui uma das minhas receitas favoritas, que está no “Meu Bebê Gourmet”:
Sopa de Mandioca com Agrião

1 xícara (chá) de mandioca limpa picada
2 xócaras (chá) de água filtrada
100g de peito de frango
1 colher (sopa) de cebola picada
1 xícara (chá) de folhas de agrião

Cozinhe a mandioca com a água, o frango e a cebola, com a panela tampada, por 20 minutos. Retire o frango e desfie bem. Bata o restante no liqüidificador com o agrião. Junte o frango. Sirva morna.

Rendimento: 4 porções

*Imagem: Daqui

21 out 2014

A importância da vitamina C na alimentação das crianças

Post por Glauciana às 18:23 em Saúde

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Nos primeiros anos de vida, uma alimentação equilibrada e fortificada com vitaminas na dose certa é essencial para o crescimento e desenvolvimento das crianças. A fase compreendida entre os 4 e 10 anos de idade representa, do ponto de vista nutricional, um dos momentos mais frágeis, já que deficiências nutricionais podem levar à redução do peso corporal, déficit de crescimento, comprometimento da imunidade e alteração da função do sistema digestivo. A ingestão de vitamina C pode ser indicada para o período, uma vez que auxilia no bom funcionamento do organismo. O nutriente, também conhecido como ácido ascórbico, não é sintetizado pelo organismo, sendo obtido unicamente por meio de uma alimentação adequada.

A vitamina C é encontrada nas frutas, principalmente as cítricas, como acerola, laranja, limão, mamão, caju, kiwi, goiaba, abacaxi, morango e melão. Em folhas e legumes frescos, como agrião, salsa, alface, repolho, abobrinha, pimentão, tomate, cenoura, couve-flor, brócolis, espinafre, entre outros.

Após ser ingerida, participa de diversas reações bioquímicas vitais para o corpo. Por exemplo, ela ajuda as células a crescer e permanecer sadias, além de ser benéfica para ossos, dentes, gengivas, ligamentos e vasos sanguíneos. Também auxilia o organismo a responder às infecções e ao estresse. O nutriente tem ação antioxidante, combatendo os radicais livres. Ainda estimula a absorção de ferro, ajudando a evitar a anemia, e participa na formação de colágeno, responsável por unir e fortalecer os tecidos.

Crianças e adultos que têm deficiência do nutriente estão mais propensos a sangramentos nas gengivas, má cicatrização das feridas, perda de dentes e dores nas articulações. A carência, conhecida como escorbuto, também pode gerar, em especial nas crianças, perda de apetite, dificuldade em ganhar peso, dificuldades no aprendizado, na concentração e memória e manifestações de insônia e nervosismo; bem como fadiga e depressão em adultos. Além disso, sua falta pode ocasionar a debilidade de alguns tecidos orgânicos, além de lesões na mucosa intestinal e alteração na constituição dos dentes.

Pensando nisso, a empresa Bayer criou Redoxitos®, a primeira vitamina C em formato de gominha sabor laranja, que oferece de forma divertida a complementação alimentar de crianças de 4 a 10 anos. A vitamina C é hidrossolúvel, ou seja, tem afinidade e é dissolvida na água. Sendo assim, aos poucos ela é excretada pela urina, de modo que o excesso do nutriente não fica armazenado no organismo. Crianças com dieta irregular ou com baixo consumo de frutas e vegetais podem carecer de seu suplemento, por isso é indicado sempre consultar o médico pediatra.

*Imagem: Daqui

14 out 2014

A morte e a vida

Post por Glauciana às 20:48 em Devaneios de Mãe

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Há poucos dias o pai de minha amiga de infância faleceu. Terminou seu tempo aqui entre nós e se foi. Não tenho detalhes sobre sua partida, porque não estou na cidade onde moramos, mas desde que recebi a notícia, por uma outra amiga, estou pensando em toda a família.

E sabe que eu não penso de forma triste, por incrível que pareça?

Calma, antes que você pense que sou uma insensível, que não é tocada pela morte do pai de uma querida amiga… caaaaaaaalma, leia mais umas linhas.

Eu conheço tio Fernando desde os 9 anos de idade. Morávamos no mesmo bairro, eu frequentava sua casa. Perdi as contas de quantas vezes almocei ou tomei café da tarde lá. Me lembro dele alto, bonito, forte, cabelos pretos, like um galã, sempre me pareceu algo como George Clooney.

Mesmo depois de muitas mudanças de casa e de cidade, tanto minhas, como da família, como de minha amiga, a amizade sempre continuou a mesma. E a cada brecha, estávamos lá nós todos reunidos.

Sabe aquele tipo de amizade que não morre nunca? Que a gente meio que se sente parte da família? Que sabe dos desafios enfrentados? Que eles compartilharam dos meus tropeços, que a gente comemorou juntos as vitórias.

Então, quando soube do desencarne do tio Fernando, me veio à mente aquele homem lindo e gentil que ele era. Não pensei nele no estado atual, já bastante debilitado fisicamente, pela doença que o acomete há alguns anos.

E fiquei feliz por isso. Por ter na memória motivos para sorrir num dia triste. Por me lembrar de tantos bons momentos no momento de sua partida. Alegro-me por não ter a culpa daquele “eu podia ter ido vê-lo”. Por não ter estado mais perto.

Nós vivemos o que podíamos ter vivido. Compartilhamos, trocamos, sorrimos, choramos, alcançamos, brincamos, almoçamos, passeamos. Fomos felizes! Porque, a felicidade está na vida cotidiana, na beleza rara e sutil das relações diárias. E é isso que eu sigo ensinando a meus filhos. O real valor dessa vida tão passageira, quase um sopro.

*Imagem: Daqui

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